agosto 12, 2015

A imaginação como ferramenta para o desenvolvimento

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Por Carina Gonçalves

Estimular a imaginação das crianças é tão importante quanto oferecer uma alimentação saudável e de qualidade. Como também é fundamental proporcionar momentos de lazer recheados de brincadeiras, passeios, carinhos e sugestões para que eles iniciem o processo de observação sobre as coisas que os cercam. Entre os exemplos, mostrar as cores, formas e texturas de árvores que estão plantadas no quintal da casa, na calçada ou mesmo nos parques são boas dicas. A partir daí, por meio de um exercício simples e agradável, os pais podem iniciar o processo de questionamento sobre como a natureza funciona e quais são as possibilidades que ela oferece para os animais e para as pessoas. Neste propósito, podemos incluir os diferentes modelos e tamanhos de carros e casas que estejam à vista durante o passeio.

Outra atividade legal e prazerosa em fazer com as crianças tem relação com os livros. Quer uma oportunidade mais intensa do que contar uma história extraída de uma obra infantil, com desenhos e cores a vontade para que os pequenos se transportem ao mundo das letras? Pois é, com a leitura (diária ou semanal) podemos aumentar ainda mais a percepção das crianças e estimulá-las desde pequenas a gostar e criar este hábito saudável, que contribui, inclusive, para o desenvolvimento social, emocional e cognitivo dos pequenos.

Uma boa dica, inicial, é que os pais comecem com atividades simples que envolvam os dois ou o grupo familiar como, por exemplo, criar ilustrações de algo que já visualizaram em passeios, na TV ou nos livros, elevando a observação para as cores que informam e envolvem o olhar, para as formas que retratam algo, que pode ou não ser abstrato, colocar uma canção para que juntos, todos, possam dançar e cantar, e por aí vai. O importante é tornar a brincadeira cada vez mais envolvente e agradável, sem relação com competição.

Brincar, ler, cantar e bailar é uma boa maneira de educar e, ao mesmo tempo, criar uma relação harmoniosa fortalecendo os vínculos afetivos e, principalmente, a confiança e segurança no apoio mútuo. São propostas simples que não requerem muito tempo, dinheiro ou talento. Para efetuá-las basta à vontade e o prazer em participar. Para as crianças, a curiosidade delas é o ponto de partida, pois adoram atividades lúdicas e diferentes. Sempre é boa e significativa a troca de experiências. Para os pais, além disso, é preciso conduzir e acompanhar seus filhos até o momento em que eles estiverem preparados e seguros de suas escolhas. E não há uma idade limite para isso, cada individuo tem seu tempo.

 Carina Gonçalves é jornalista especialista e atuante nas áreas de educação, cultura e mídias digitais. Oferece trabalhos e consultoria em comunicação e marketing para estabelecimentos de ensino, empresas e profissionais autônomos. Possui cursos de especialização em empreendedorismo, marketing, comunicação empresarial, mídias sociais e digitais, assessoria de imprensa e projetos personalizados focados ao universo educacional. É sócia-diretora da JCG Comunicação e Marketing. www.jcgcomunicacao.com / 11-4113-6820 – contato@jcgcomunicacao.com

 

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