setembro 22, 2015

Personalidades femininas debatem questões de gênero e transexualidade com alunos do Colégio Oswald

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Evento para alunos do fundamental e médio foi idealizado por um grupo de alunas da escola e será encerrado no próximo sábado, com a presença da diretora Ana Muylaert e a exibição do filme Que horas ela volta.

Vai até o dia 26 deste mês o ciclo de debates do Projeto Rupturas, dos alunos do ensino fundamental e médio do Colégio Oswald de Andrade. Questões de gênero e sexualidade são os principais temas em discussão no evento, que acontece na unidade Cerro Corá da escola.

Amanhã, 22, às 8h45, a jornalista Vanessa Rodrigues, uma das criadoras da Casa de Lua – um espaço de política feminina e trabalho pela valorização da mulher – debate a mobilização da entidade para despertar o feminino na sociedade e criar condições para a mulher ser protagonista no trabalho nas artes e na política.

Na quarta, 23, a partir das 9h35, acontece o debate Revistas Femininas, com a presença das convidadas especiais Brenda Fucuta, design de causas e Helena Bertho, da revista AzMina, uma revista independente  para mulheres que é patrocinada pelo próprio público leitor e investe em reportagens profundas sobre todas as formas de amar.

No dia 24, os alunos do 6º ano conversam sobre Mulher vs. Trabalho, coma capitã do Corpo de Bombeiros, Andreia Toledo e a professora assistente do Departamento de Matemática do IME – Instituto de Matemática e Estatística Universidade de São Paulo, Cristina Brench.

Nesta sexta, 25, às 10h20, Luiza Coppieters conversa com alunos do ensino médio sobre Gênero e instituições. Professora de filosofia e transexual, ela irá contar sua experiência de ter sido desligada de um tradicional colégio particular da Grande São Paulo.

No dia 26, o Projeto Rupturas será encerrado numa sessão especial do projeto Oswald no Cinema, no Espaço Itaú de Cinema, com a exibição do filme Que horas ela volta seguida de um debate com a cineasta Ana Muylaert, diretora da película que faz sucesso nos cinemas de todo o Brasil e que recebeu a indicação nacional para concorrer ao Oscar de Filme Estrangeiro em 2016.

“Rupturas é um projeto desenvolvido por um coletivo de alunas da escola, que se uniram com o objetivo de criar espaços de diálogos e ações concretas em relação às questões de gênero e sexualidade vividas nos dias de hoje”, resume André Meller, coordenador de Comunicação.

Segundo Meller, o ciclo de palestras iniciado no último dia 15 vem abordando questões como feminismo, direitos humanos, coletivos feministas nas instituições de ensino e a inserção do debate de gênero no Plano Municipal de Educação.

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