novembro 10, 2015

“Brincar é coisa séria”, afirma psicopedagoga de Escola de Porto Alegre

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Diretora da Escola Cristã Reverendo Olavo Nunes, Raquel Liane diz perceber, no contato com as crianças, que a brincadeira é essencial para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo de qualquer jovem.

Disciplina dentro de casa para equilibrar o uso de eletrônicos, é a grande recomendação…

“Brincar é, sim, coisa séria”, ressalta a psicopedagoga e pedagoga da Escola Cristã Reverendo Olavo Nunes, Raquel Liane. Através do contato com as crianças e da experiência em sala de aula, a Diretora destaca a importância do brincar para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo de qualquer criança e jovem. “É por meio do brincar que ela pode reviver as situações do cotidiano internalizando-as e construindo seus conceitos de pessoas, atitudes e valores”, explica Raquel. Além disso, a brincadeira incentiva a convivência e a partilha com o colega.

De acordo com a psicopedagoga as brincadeiras evoluem de acordo com a fase da criança. “Depois de um período inicial onde predominam os ‘faz-de-conta’, as crianças começam a se interessar por jogos que podem ser feitos de forma individual ou compartilhada”, explicou.

Algumas brincadeiras desenvolvem a parte motora: a criança corre, pula, salta, rola, deita-se, abaixa e levanta, ou seja, seu corpo está envolvido. “Antigamente, brincava-se muito na rua e todos estes aspectos eram muito desenvolvidos, de forma quase que natural”, explica Raquel. Hoje por diversos motivos, inclusive a violência, as crianças não brincam muito na rua. Elas permanecem em casa, usando aparelhos eletrônicos, como tablets, computadores e vídeo games.

Mas a diretora faz uma ressalva em relação aos aparelhos eletrônicos: “Não é necessário abolir estes equipamentos ou excluídos dos espaços de casa e da escola – a contemporaneidade exige que saibamos usá-los em todos os espaços – porém é necessário ter equilíbrio, momentos separados para os eletrônicos e momentos de brincar de outras coisas”.

 É importante que os pais e principalmente as escolas oportunizem vivências e espaços de brincadeira para as crianças, com a possibilidade de experimentar diferentes situações.

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