setembro 12, 2016

Dica – Gráfica: Responsabilidade e Sustentabilidade

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Matéria publicada na edição 121 | Setembro/2016 – ver na edição online 

Por Rafael Pinheiro

A sustentabilidade nunca esteve tão em voga como em nossa realidade. Os debates fervorosos em torno de políticas públicas, a questão da escassez da água que atravessamos em 2015, a preocupação com o lixo que aumenta a cada dia e os diversos fatores que compõem nossa relação com o meio ambiente merece destaque em todas as esferas sociais – inclusive na educação.

A poluição da terra, da água e do ar, aumentaram os níveis de poluentes em algumas regiões, provocando deformidades, áreas degradadas e problemas gravíssimos para a saúde dos habitantes locais. E, atualmente, o planeta emite sinais claros de que não suporta o ritmo como lidamos com nossa própria ecologia. Dentre as inúmeras interpretações para o termo, a questão sustentável está intimamente ligada a questões de responsabilidade, conservação, respeito e até o desenvolvimento sustentável.

“Quando ouvimos a expressão ‘sustentabilidade’ ou até mesmo ‘consciência sustentável’ logo imaginamos desmatamento e plantação de novas árvores. Porém, se olharmos de perto todo o processo social que vivemos, podemos contribuir (e muito) para uma vivência que não desgaste, maltrate ou interfira de maneira negativa em nosso planeta”, destaca Daniel Pedroso, especialista em educação e sustentabilidade.

Aplicar projetos que estimulem a importância da educação ambiental, voltada, principalmente, para a compreensão ecológica nas escolas primárias, desenvolve-se, assim, uma nova geração com um instinto consciente. De acordo com o especialista, a base de qualquer mudança de comportamento está embutida no cotidiano escolar e ampliar o olhar sustentável significa fomentar três pilares: ambiental, social e econômica.

“Existem algumas dicas que podem ser adotadas por gestores e mantenedores de instituições educacionais que podem ser transferidas aos alunos e professores e estes, consequentemente, aos familiares e amigos, como: antes da impressão, observe o que será impresso e, se possível, salvar esse serviço e imprimir em um, dois ou três arquivos juntos, no mesmo papel; quando errar alguma impressão, não amasse o papel e jogue-o fora. Guarde-o para ser reutilizado; sempre que possível, imprima na frente e no verso das folhas”, indica Daniel.

De acordo com o especialista, há fontes sustentáveis, como a “Ecofont”, que pode evitar o desperdício de tinta. Nessa alternativa de fonte, a quantidade de tinta é poupada em até 25% na impressão. “E lembre-se: nem todo e-mail que você recebe é necessário imprimir, reflita se sua impressão é realmente necessária. E as folhas usadas que estejam limpas em um dos lados se transformam em ‘bloquinhos’ para anotações e, em alguns casos, também podem ser utilizadas para alguns testes de impressão”, finaliza. (RP)

Saiba mais:

Daniel Pedroso – danielpmoraes@gmail.com

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