abril 4, 2017

Papel da mulher na educação

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Parceiro da Direcional Escolas e engajado no empoderamento para ambos os gêneros, Léo Fraiman preparou um artigo exclusivo para o nosso portal intitulado “O Papel da Mulher na Educação”. A publicação desse artigo faz parte de um ciclo de atividades que desenvolvemos para disseminar nosso recente projeto – Blog Empoderadas na Gestão um espaço ilimitado e temático que recebe e publica artigos, experiências, entrevistas e demais materiais produzidos por mulheres. Faça parte desse projeto. Empodere-se!

Confira abaixo o artigo na íntegra de Léo Fraiman:

No meu modo de entender, não há um modo masculino ou feminino de liderar. Ao longo desses 25 anos escutando pacientes no consultório, estudando a temática da liderança inspiradora, o que percebo é justamente que o bom líder, aquele que inspira os seus colaboradores, é aquele que transcende a sua influência ambiental, suas tendências inatas, e busca a melhor versão de si mesmo.

O que eu quero dizer é que somos sim influenciados por fatores ambientais, sociais, históricos, que de alguma forma direcionam nossas crenças, valores, significados, e até atitudes. Vem daí uma parte da explicação do porquê é tão comum encontrarmos homens que se valem do fato de terem nascido no sexo masculino para muitas vezes agirem de modo agressivo, impessoal, duro e até covarde, sem equidade.

Ora, isso não tem nada de masculino, isso é um resquício de um machismo que durante muito tempo foi uma forma como se criou e educou e como se valorizou os homens na sociedade. Em todos esses anos, os bons líderes homens que vi mesclavam essas tendências sociais com uma porção transcendente, buscando: o que é o certo? o que é o melhor? o que é mais inspirador? o que me daria orgulho? o que eu gostaria de deixar como marca? como eu gostaria de ser tratado e como eu teria um senso de valor pessoal?

Da mesma forma, certas características como sensibilidade, leveza, gentileza, doçura, que muitas vezes são associadas ao universo feminino, podem também ter seus extremos levando, por exemplo, à passividade ou à dramaticidade, que são características que algumas pessoas, ainda hoje, associariam como femininas.

Para mim não faz o menor sentido nos escondermos na biologia e nem na história, porque acredito no livre arbítrio, na transcendência, e acredito que, mais que seres carnais, somos também movidos pela nossa alma, que não tem sexo: é humana.

Vejo então que o papel da mulher na sociedade atual é o de se empoderar da sua capacidade de equilibrar-se entre o afeto e a firmeza, entre a doçura e a dureza, entre a clareza e a delicadeza.

Homens e mulheres que desejam marcar o mundo de maneira positiva, buscam palavras, um olhar, gestos, atitudes que impactem o mundo de maneira positiva e sadia, no hoje e no amanhã, no mundo interno da instituição e no mundo externo.

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