junho 12, 2017

Dica – Startups Possibilidades inovadoras

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Por Rafael Pinheiro

A contemporaneidade, bem como seus desdobramentos, problematizações, iniciativas e desafios, agrega em suas reflexões densos debates, além de promover uma complexa fusão entre diversas áreas da sociedade. E, dentro de um processo de desenvolvimento, notamos sugestões e novas perspectivas para o enfrentamento de dificuldades – seja no ambiente corporativo, social, cultural e, também, no âmbito educacional.

Com o advento tecnológico, os efeitos da globalização e as possibilidades inovadoras, observamos ideias, propostas e sugestões facilitadoras para todas as instituições escolares (da pré-escola ao ensino superior) e em todas as camadas (da gestão ao atendimento dos alunos). Conhecida como “startups”, esses empreendimentos estão ganhando espaço e visibilidade – principalmente na área educacional.

“Startup é um termo bastando difundido nos EUA, mas que começou a se popularizar no Brasil no início dos anos 2000. O termo Startup, em sua essência, significa começar algo. No mundo dos negócios isso significa vislumbrar uma oportunidade de negócio, e começar algo na direção dessa oportunidade”, explica Fabio Stumpf, consultor, coach e diretor-executivo na Solace Institute. “O processo de uma startup começa, normalmente, através da curiosidade de alguém por algo, ou então por uma necessidade não satisfeita”, completa.

Essas empresas, que possuem um alto potencial de crescimento, geram expectativas positivas e significativas para o cenário econômico, além de proporcionar medidas e soluções para as necessidades cotidianas. E, de acordo com o especialista, essa proposta não sofre alterações quando o assunto é educação.

“Soluções inovadoras podem e devem ser implementadas na maneira tradicional de prover educação, gerando mais interação, construção de aprendizado e proporcionando não apenas uma melhor e mais abrangente formação, mas também inovações nos métodos de ensino, processos operacionais e gestão de competências”, destaca Fabio.

Caso haja algum interesse do gestor/a em contratar ou avaliar o serviço de alguma startup, o especialista aponta algumas dicas: Uma recomendação é conhecer o modelo de validação da startup. Como a startup teve sua ideia validada e como esse modelo validado pode ser implantado no ambiente da sua escola. “Outra boa dica é que as antigas práticas relacionadas à gestão de fornecedores continuam se aplicando a esse modelo de negócio. Como por exemplo, conhecer outros clientes da startup em questão, um estudo preliminar da necessidade x a capacidade da startup e da escola de adotar tal inovação, um bom contrato com as responsabilidades de ambas as partes, um estudo preliminar”, finaliza. (RP)

 

Saiba mais:

Fabio Stumpf – fabio@solace.net.br

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