junho 30, 2017

Neurociência facilita o ensino e o aprendizado

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Estimular o interesse dos alunos pelos temas expostos em sala de aula e garantir o aprendizado em conjunto são duas das maiores dificuldades dos professores. Isso porque cada estudante trás consigo paradigmas muitas vezes desconhecidos pelos docentes, que muitas vezes ensinam turmas de 30 ou 40 alunos.

Quando pensamos no ensino para adultos, este pode ser um problema ainda maior, já que muitos acreditam ter dificuldade para aprender coisas novas. A neurociência, contudo, prova o contrário: que o cérebro se desenvolve por toda a vida. Ou seja, independente da idade, é possível se reinventar e assimilar novos conceitos.

Por esclarecer questões sobre o aprendizado fundamentadas no funcionamento do cérebro, a neurociência tem sido um tema muito falado nos últimos anos. Aos educadores, em particular, é uma ciência que contribui com o desempenho profissional, já que possibilita a criação de estratégias para que alunos aprendam mais e melhor.

A neurociência desmistifica como o cérebro trabalha ao receber novos conhecimentos, como os aprendizados serão mantidos e quais as consequências de receber tais informações. Evidencia também que, ao contrário do que muitos pensam, o cérebro é mais emocional do que racional.

Por isso, ao buscar cursos de especialização, muitos professores recorrem aos que têm a neurociência em sua grade curricular. Visando atender este público, lançamos a Pós-Graduação em Educação Financeira com Neurociência para Docentes na Metodologia DSOP – modalidade EaD (ensino a distância).

O curso alia esse conhecimento ao da educação financeira, ciência tão necessária no cotidiano da população, porém ainda pouco disseminada nas escolas. São dois temas relativamente novos e que trazem conhecimentos aprofundados sobre o funcionamento do cérebro, do sistema nervoso e consequentemente do comportamento cotidiano.

Munido de informações importantes, como a de que novos aprendizados demandam maior gasto de energia do cérebro e por isso muitos optam simplesmente por não aprender, professores podem tornar seus planos de aula mais eficientes. Afinal, independente da idade dos alunos e de fatores externos à sala de aula, é preciso garantir o aprendizado.

Reinaldo Domingos é Doutor em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin – www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (www.dsop.com.br). Está a frente do canal Dinheiro à Vista, é colunista do InfoMoney e da Rádio Bandeirantes. Autor de diversos livros, como o best-seller Terapia Financeira.

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