setembro 10, 2017

Dica – Playground (Normas e Especificações): Planejamento, segurança e diversão

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CULTURA INGLESA – BANNER DE CONTEUDO

O processo de aprendizagem é um trajeto sociocultural que acompanha a constituição de cada aluno e aluno de maneira integral e intrínseca. Na rotina escolar – e através dela – há um convite diário de exploração, conhecimento, interação, além de entrecruzar saberes, disciplinas e possibilidades físicas, psíquicas e pedagógicas.

Cada instituição, seja ela especializada em educação básica, fundamental ou ensino médio, instaura e organiza horas extensas destinadas às várias disciplinas. E, ao longo desse percurso, é necessário reservar um período para o relaxamento do corpo, para o entrosamento e, também, para o momento “aprender brincando”.

A arte da brincadeira não é efêmera, mas sim uma posição consolidada com sinônimos significativos e sensações proveitosas de forma coletiva. O movimento externo, livre e descomplicado, é um ato saudável, que aparece em brincadeiras e gincanas criativas, integração com os colegas de classe, eleva a experimentação, aguça a curiosidade e estabelece um momento divertido em grande intensidade.

Incluir um espaço de extrema sinergia entre o aprendizado e a diversão é uma forma de alimentar uma produção ímpar, além de aflorar a sensibilidade, os mecanismos sociais e as descobertas interiores de caráter valioso, principalmente quando utilizado de maneira adequada na educação infantil. Observando os aspectos positivos que os brinquedos instalados nas escolas – tanto externo como indoor – podem proporcionar, é preciso ressaltar a importância da segurança nos momentos de lazer.

Os playgrounds, confeccionados em alguns materiais (ferro/aço, madeira e plástico), variam de acordo com faixa etária, tamanho e cores. Os modelos encontrados no mercado podem variar em modulados, escorregadores, casinhas, gangorras, balanço, trapézios e uma lista gigantesca de brinquedos. Além dos modelos específicos, outras características devem ser observadas pelos gestores escolares antes de adquirir/instalar um playground no espaço escolar.

PLANEJANDO O ESPAÇO

“As principais dicas para inserir um playground: ter um espaço aberto, sem guias e muros. Caso tenha colunas ou algo que tenha quinas deve ser protegida para evitar acidentes. O piso deve ter uma boa absolvição de impacto, deve ser o piso emborrachado, caixa de areia ou até mesmo o terreno com grama”, indicam Humberto Pereira de Sousa e Danilo P. da Silva, responsáveis por uma empresa especializada na fabricação e manutenção de playgrounds.

Garantir que a empresa contratada para a instalação do playground seja de confiança, que cumpra o que foi acordado, trabalhe dentro das normas da ABNT, que mantenha os espaços de saídas e entradas do playground livres para melhor acesso, assegurando a funcionalidade do playground, além de fornecer o laudo técnico de um engenheiro, são dicas complementares mencionadas por Humberto e Danilo.

De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a norma NBR 16071-1:2012, define os termos utilizados para playgrounds e aplica-se aos equipamentos para uso em escolas, creches, áreas de lazer públicas (praças, parques e áreas verdes), restaurantes, buffets infantis, shopping centers, condomínios, hotéis e outros espaços coletivos similares: balanços, escorregadores, gangorras, carrosséis, paredes de escalada, playgrounds, plataformas multifuncionais, “brinquedão” (kid play) e redes espaciais.

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