setembro 10, 2017

Diversão em Foco: Saúde e bem-estar ao ar livre

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CULTURA INGLESA – BANNER DE CONTEUDO

Entrevista por Rafael Pinheiro

A arte da brincadeira é um processo inerente de cada criança. E, desse movimento, ganhos significativos são visíveis – tanto em característica física e motora, como em aspectos de integração social, desenvoltura, percepção aguçada e, também, alterações positivas no aprendizado.

Observando o atual mercado, em especial de brinquedos e kits escolares, percebemos uma ampliação de ideias e equipamentos instigantes que propõem os pilares: interação, exercício e o desenvolvimento através da brincadeira, como a API – Academia da Primeira Idade. Nesse projeto, questões como design, coordenação motora, ergonomia especial, resistência e funcionalidade dialogam com momentos de diversão e descontração.

Conversamos com Hugo Carlone, coordenador de marketing de uma empresa especializada no desenvolvimento desses equipamentos, para mostrar aos nossos/as leitores/as esta novidade para o segmento de entretenimento. Confira:

Direcional Escolas: É possível afirmar que há um aumento na procura por brinquedos ao ar livre ou kits escolares da academia da primeira idade?

Hugo Carlone: Sim. A sociedade como um todo percebe os benefícios de se ter espaços lúdicos e que proporcionem desenvolvimento pedagógico e físico para as crianças, seja nas escolas, praças ou em condomínios. Aqui vale ressaltar também uma outra tendência, puxada pelas escolas: a solicitação de playgrounds e brinquedos inclusivos (como por exemplo o balanço para Cadeirantes).

DE: Quais são os objetivos da Academia para Primeira Idade (API) e qual a diferença desses brinquedos para os playgrounds “tradicionais”?

HC: A Academia da Primeira Idade visa contribuir com o desenvolvimento físico, social e psicológico das crianças. Os brinquedos foram desenvolvidos tendo em mente fatores, como: interação social com outras crianças, a prática de exercícios físicos e a capacidade de vencer obstáculos. Muitos dos brinquedos, embora tendo suas funções baseadas nos brinquedos convencionais, oferecem alguns diferenciais. E essa mudança de perspectiva estimula diversos sentidos nas crianças.

DE: Quais são as principais dicas para os gestores que desejam inserir esses playgrounds nas escolas?

HC: O primeiro ponto é pensar na segurança das crianças que irão utilizar os brinquedos. São equipamentos fabricados dentro da Norma ABNT NBR 16071? São duráveis e feitos com peças de qualidade, que não se soltam? Um exemplo: produtos feitos em madeira podem parecer atrativos em um primeiro momento, mas após um curto período de tempo parafusos se soltam, lascas e pontas aparecem e a segurança fica comprometida.

O segundo ponto é considerar os benefícios que o playground irá trazer para as crianças. Ele realmente é estimulante para elas? As desafia e proporciona oportunidades de interação e de vencer desafios? Estes são pontos mais subjetivos e a resposta para eles podem estar em detalhes como o design do brinquedo.

E finalmente o gestor precisa considerar o espaço disponível para a instalação dos brinquedos. O ideal é pensar em um projeto onde um brinquedo complemente o outro, e não em aparelhos individuais. Considere o espaço de cada equipamento, área de acesso, utilização, etc.

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