novembro 13, 2017

Inteligência digital e escolas verbais: o que fazer?

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CULTURA INGLESA – BANNER DE CONTEUDO

Os canais midiáticos diversificados são transdisciplinares ao passo que o paradigma da educação básica ainda se estrutura em “grades” curriculares fragmentadas e fechadas. Como criar interação entre instrumentos tecnológicos e práticas humanizadoras? Essa pergunta é vetor para discutir a educação no século 21.

A Inteligência Digital aponta para a megatendência da aprendizagem móvel, enquanto isso, muitas escolas, continuam estáticas. Como resolver essa dualidade causada pela ínfima interatividade? Como criar sinergia entre mediação pedagógica e recursos digitais emergentes ?

Inegavelmente, Edgar Morin foi assertivo, quando em linhas gerais afirmou que temos de aprender a lidar com a incerteza e com a complexidade, para assim, lidar com a fluidez de cenários e dos resultados. Com um clic: a porta para a inteligência é digital é aberta e os atores da escola precisam verbalizar suas inquietudes e perguntar sempre: o que fazer? Isso tenho feito, em nossas formações continuadas, em Educação é o Alvo.

Sugestão de leitura: LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Tradução: Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1993, 203 páginas.

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