dezembro 18, 2017

Meus sentimentos, escolas tradicionais!

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Ainda se educa como há 200 anos com fileiras retas, sirenes, avaliações focadas no “decoreba”, conselhos de classes com falta de foco acadêmico, burocracias diversas, disciplina “policial”,  hierarquia vertical, sem escuta, estilo fabril, rigidez nas relações humanas, velhos diários de classes, metodologias livrocêntricas, magistocêntricas,  didaticocêntriscas que reafirmam estilo autoritário que criam rótulos,seleção e pressão inflexível.

O conflito civilizatório próprio da “era das incertezas” não tem sido percebido por gestores e professores com práticas antiquadas que se dirigem na contramão dos aplicativos, inteligência computacional, competências socioemocionais presentes no imaginário das novas infâncias e juventudes, resultado: paradoxos.

Os destinatários da escola contemporânea mudaram, porém,  o design comportamental, e arquitetônico permanecem em detrimento de uma realidade “mutatis mutandis” (expressão advinda do latim que significa “mudando o que tem de ser mudado”). Portanto, a escola tradicional morreu! Meus sentimentos!

Por Professor Paulo Henrique de Souza

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