Janeiro 4, 2018

Escolas táxi ou Escolas Uber: tradição ou inovação, o que fazer?

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Algumas escolas estão buscando a transição de paradigmas de táxi para Uber e vivem paradoxos, contudo, investem em: análises de conjuntura, formação continuada “in company” para toda a comunidade educativa (da zeladoria a diretoria), ensino híbrido, pesquisas de clima organizacional, aprendizagem colaborativa e significativa com os resultados aferidos e, finalmente reestruturação curricular. Otimizar tempo pedagógico é a meta dessas instituições que tem gestores proativos sempre buscadores por implementar rapidez, excelência e leitura constante de indicadores da comunidade presencialmente e, através da comunidade on-line, afinal, educação é movimento.

Investigar novas formas de gerir a sala de aula é o que se espera de escolas e gestores do século XXI. O modelo “táxi”  é vertical e deve dar, gradativamente, espaço para o modelo “Uber”, horizontal. No primeiro modelo, o taxista (seja gestor ou professor), concebe o caminho de acordo com sua intuição do trânsito conseguido com memorização e repetição, sem uma ação efetiva do passageiro (aluno). Já no modelo “Uber” a gestão é horizontal e propicia conhecimento prévio do percurso, permitindo quantificar, diminuir e qualificar o tempo, já com previsão da duração da viagem, visualizando o percurso e fazendo, se necessário, rearranjos. Ambos aprendem a cada translado, pois, almejam resultados comuns e, avaliam a experiência, compartilhando informações e notas, sobre a experiência realizada.

O caminho da educação a curto, médio e longo prazo, necessita ser planejado e (re) planejado, de acordo com a avaliação dos indicadores e dados da ambiência escolar: clima organizacional, grau de satisfação, qualidade do material didático, design, interação, ludicidade, funcionalidade e desenvolvimento de competências e habilidades.

A metodologia das “escolas Uber”, prima pela interatividade, estudo dos valores, domínios das linguagens, análise das competências socioemocionais, inserção no universo tecnológico, busca de praticidade, design intuitivo e instrucional de maneira clara, coesa e coerente. Tudo em convergência com a cultura digital que chegou para ficar e se expandir.

E sua escola? Como está? E sua prática como gestor-educador? Você esta se deslocando via táxi ou via Uber? Qual a sua metodologia? Vamos viver esse momento de transculturalidade? Afinal, como diria Sócrates: “quando me dei todas as respostas, surgiram novas perguntas”. Devemos ter a humildade do “sei que nada sei” e reaprender. Toda ação é filha da reflexão. Vamos que vamos!

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