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Brinquedoteca: Ambiente de desenvolvimento e experimentação infantil

As atividades lúdicas têm um papel fundamental no desenvolvimento integral de toda criança. Os brinquedos, os jogos e as brincadeiras propostas para as crianças, em especial com caráter lúdico, contribuem para o desenvolvimento dos aspectos físico, cognitivo e social, além de propiciar experiências significativas com o aprendizado. “Por meio do brincar, estudantes fortalecem autonomia, imaginação e capacidade de interação. Investir em soluções criativas para espaços infantis é investir diretamente na formação de crianças mais preparadas, curiosas e felizes”, diz Suellen Fernanda Gonçalves, empresária do setor e técnica em segurança de brinquedos de parque.

Os espaços das brinquedotecas amplificam os reflexos positivos das brincadeiras e contribuem para as experiências múltiplas entre as crianças. “Espaços bem planejados das brinquedotecas potencializam o desenvolvimento infantil e tornam o processo educacional mais dinâmico e acolhedor”, destaca Gonçalves. Na brinquedoteca é possível realizar “circuitos motores, jogos educativos, brincadeiras simbólicas, oficinas artísticas, musicalização, contação de histórias, painéis sensoriais, experiências táteis e atividades experimentais que estimulem a curiosidade e o pensamento criativo”, indica a empresária.

Atividades e projetos interdisciplinares que contemplem a BNCC, atividades específicas em datas comemorativas, fantoches, pinturas, gincanas e acampamento são algumas das indicações que também podem ser trabalhadas no espaço. “Também é possível trabalhar coordenação motora, raciocínio lógico, linguagem, criatividade e habilidades socioemocionais através de experiências práticas e interativas. Posso afirmar que quando planejamos esse espaço com propósito tudo ali se torna possível”, diz a pedagoga e psicopedagoga Ana Dubena.

Segundo Dubena, a brinquedoteca pode ser adaptada para diferentes faixas etárias, desde a primeira infância até os anos iniciais do ensino fundamental. “O mais importante é que os materiais, brinquedos e propostas sejam adequados ao estágio de desenvolvimento das crianças”, diz.

Para gestores/as escolares que pretendem criar ou reformular a brinquedoteca da escola, a primeira dica da psicopedagoga é pensar em um espaço onde a criança realmente possa brincar com autonomia. “Uma brinquedoteca dinâmica precisa ser acessível, organizada e pensada para despertar curiosidade. Invistam em brinquedos variados, propostas sensoriais, cantinhos temáticos e experiências práticas”, sugere. Para complementar, a empresária Suellen afirma que é “essencial investir em espaços seguros, coloridos, interativos e pedagogicamente planejados, com brinquedos de qualidade e propostas que incentivem criatividade, movimento e inclusão. A escolha de parceiros especializados faz toda a diferença nesse processo”, finaliza. (RP)

 

Saiba mais:

Ana Dubena – anadubena@gmail.com

Suellen Fernanda Gonçalves – vendas@auebrinquedos.com.br

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