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Revista Direcional Escolas
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Como transformar a educação em sua prática diária?

Em 9 jan, 2014
Marketing Educacional

“Como é possível que, sendo as criancinhas tão inteligentes, a maioria das pessoas sejam tão tolas? A educação deve ter algo a ver com isso!“ (Alexandre Dumas Filho)

A educação transforma ou reproduz a realidade? Este é o desafio, para todos nós, educadores: promover um equilíbrio vivo, pois ele parece ser o fundamento da criatividade e do desenvolvimento. William Blake escreveu: “Sem os contrários não há progresso”. Atração e repulsão, amor e ódio são necessários para a vida humana. A sociedade é formada não de um ou vários opostos, mas através da relação que existe entre eles.

CONTEÚDO BENCHMARK NACIONAL

Partindo de nossa experiência docente em escolas, pretendemos aqui propor uma reflexão sobre a superação da dicotomia entre teoria e prática educativas, e a partir desta, contribuir efetivamente para a construção de uma comunidade escolar autônoma, comprometida com a transformação da realidade sociocultural em que está inserida.

Tendo em vista que os Parâmetros Curriculares Nacionais têm por finalidade a inserção social no mundo produtivo, faz da educação um ato de motivações e descobertas pessoais descontextualizadas, que, muitas vezes reforça o idealismo da organização social individualizada, em que os interesses de grupos e classes são subjugados à dominação sociocultural e econômica.

Desta forma garante-se a felicidade das famílias, que empurram seus filhos desesperadamente ao sucesso a qualquer preço. Sucesso imposto pela classe dominante, que vislumbra uma sociedade formada por cidadãos empreendedores de si. Os vestibulares apenas fornecem passes para ingresso nas escolas. E as escolas formarão profissionais apenas para atender a demanda da máquina de produção: o capital.

A fim de conseguirem driblar esse processo seletivo, e serem reconhecidas nas manchetes, as escolas preconizam desenvolver a capacidade de memorizar, dando ao aluno “poder” para preencher a resposta certa, preterindo claramente sua capacidade de pensar. Uma ilustração clássica dessa situação é o filme de Alan Parker, “The Wall”, que mostra uma escola como linha de montagem, onde os estudantes perdem seus rostos, são levados a caminhar na mesma esteira e no mesmo ritmo, compondo uma identidade que reproduz o mesmo, sempre. O mais intrigante, é que as pessoas não se dão conta de que todo esse “conteudismo” é perdido assim que o aluno é aprovado.

O que constatamos é um exagero no uso do “ventriloquismo” por parte da escola, para apresentar ao mundo seus novos produtos (alunos formados, diplomados) e não se preocupam em estimular a habilidade no indivíduo de realizar funções constantemente redefinidas por eles próprios, de acordo com os requisitos em mudança nas estruturas dinâmicas, tecnológicas, econômicas e sociais das quais eles são agentes ativos.

Tal finalidade limita a dimensão cultural da educação.
As práticas pedagógicas em lugar de priorizar a cultura mundial homogeneizada, pateticamente globalizada, devem contemplar referenciais, os quais possam elucidar e colaborar no processo de identificação cultural e local dos educandos para assim poder agir de forma crítica e reflexiva, de modo a prepará-lo para o enfrentamento das desigualdades sociais, presentes na sociedade capitalista. Enfim, faz-se necessário que as escolas inovem por meio de ferramentas pedagógicas e no trato da dimensão cultural, o fazer pedagógico, onde os conteúdos sejam propostos de forma significativa e funcional.

O problema da escola é que ela não leva em consideração o desejo de aprender das crianças e está apenas respondendo às perguntas que somente os adultos acham importantes. Toda aprendizagem começa com um pedido. Se não houver o pedido, a aprendizagem não acontece. Deveríamos usar mais essa curiosidade investigativa, e que levaria o aluno a estudar, a pensar e a descobrir onde ela pode encontrar respostas para suas perguntas, sendo cada vez mais autônomo em suas aprendizagens. Desta forma, o indivíduo desenvolve habilidades relacionadas com o aprender a aprender. Esta prática está longe dos programas escolares.

”Existe uma expressão terrível na escola: grade curricular. Deve ter sido cunhada por um carcereiro.” Esta citação de Rubem Alves¹ contempla nossa prática educativa em escola, e reforça a ideia de que esta aprisiona os saberes, se utiliza de métodos de ensino para desenvolver a memória, e não para reservar ao cérebro humano o que lhe é peculiar, a capacidade de pensar.

A função da escola no século XXI será, cada vez mais, a de ensinar a pensar criticamente. Para isso é preciso dominar mais metodologias e linguagens. Essa é uma função nova e completamente diferente do professor que conhecemos. Lança-se então um desafio aos que estão acostumados a preparar aula para o próximo mês, e para tanto costumam usar as fichas “do ano retrasado”.

O professor precisa enxergar com muita clareza esta realidade e refletir sobre que aluno ele quer formar. Considerando que a sociedade nunca é estática, que é fluxo de um sistema vivo, que está em processo de desenvolvimento e portanto de mudanças e que deva estar baseada nos princípios da democracia, da justiça e da ética no sentido de proporcionar a todos os homens a plenitude de suas realizações, as instituições educativas devem dar condições para que seus alunos sejam capazes de assimilar, elaborar e construir conhecimentos e desenvolver competências intelectuais e relacionais, proporcionando sua inserção como “agente de sua história, e não objeto dela” (Paulo Freire).

Este novo professor deve não apenas estar consciente de seu desafio, para a educação do séc. XXI, é preciso organizar-se, preparar-se para poder transformar. Precisamos alimentar o debate teórico acerca do atual processo de reconfiguração da educação superior no Brasil², através de uma reforma curricular.

“Aquele que é um verdadeiro professor toma a sério somente as coisas que estão relacionadas com os seus estudantes – inclusive a si mesmo.” (Nietzsche)

NOTAS:

1. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1406201106.htm

2. A respeito da reforma da educação superior no Brasil, ver, dentre outros: Silva Jr. & Sguissardi (1999); Trindade (1999); Dourado & Catani (1999).

Sugestão de Leitura: “Gaiolas e Asas”, de Rubem Alves

por Claudia Soares de Oliveira e Eliane Fogliati*

* As autoras são educadoras, especializadas em Psicopedagogia

SAIBA MAIS

Claudia Soares de Oliveira
[email protected]
Eliane Fogliati
[email protected]

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