abril 23, 2015

Dica – Elétrica e Hidráulica: Crise Hidráulica e as Ações Educacionais

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CULTURA INGLESA – BANNER DE CONTEUDO
Matéria publicada na edição 107 | Abril de 2015- ver na edição online

Por Rafael Pinheiro

O sistema educacional, instaurado em nossa sociedade, abrange uma densa e complexa parcela de valores e participações coletivas em diversas áreas para construir (e reconstruir) diariamente uma sede de conhecimentos, com base na perspectiva histórico-cultural, uma visão contemporânea e dados enraizados em nossa realidade. Ou seja, todos os fatores externos mundiais refletem, de alguma maneira, nos corredores das escolas.

Aspectos de ordem política, social, econômica e ambiental traduzem reflexões em diversos ângulos e representações, demonstrando seu potencial em ações particulares e coletivas, atividades curriculares, projetos especiais e, acima de tudo, produção de um pensamento sobre determinado assunto e o cuidado necessário ou tratamento especial para atingir uma solução viável garantindo um bem estar coletivo.

A crise hidráulica, que atravessamos em nossa atualidade, apresenta de forma excessiva uma preocupação ambiental que há décadas não existiu. Pensar, projetar e agir são três mecanismos que, em nosso dia a dia, tornou-se peça-chave para executar movimentos contra a escassez da água.

No ambiente educacional, base de construções e desenvolvimentos, ações começam a ganhar força para a conscientização e divulgação de práticas com o intuito de promover o pensamento sustentável. A Fundação Torino, localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais, possui diferentes métodos para praticar e estimular o consumo consciente de água, energia e outros recursos naturais.

Giovanni Alves, professor de biologia da Fundação Torino, afirma que tais medidas vão desde redutores de vazão nas torneiras, oficinas com reaproveitamento de materiais, utilização de jardim com fonte de água com painel solar, instalação de paineis solares responsáveis pela economia de 10% de toda energia consumida pela escola. “A energia não consumida no final de semana é devolvida para a concessionária, gerando um posterior abatimento na conta de eletricidade da escola. Os alunos são conscientes que tais medidas representam mais do que economia de água, eletricidade e materiais, mas representam uma menor redução de CO2 na atmosfera”, destaca Giovanni.
A preocupação em ressaltar a importância da economia tanto hidráulica como elétrica em debates/aulas com o objetivo de sanar dúvidas e promover a conscientização ambiental deve ser uma prática recorrente que garante efeitos satisfatórios no desenvolvimento do aluno e, consequentemente, em sua participação social.

Segundo o professor Giovanni, essa preocupação ocorre, na Fundação Torino, não só em matérias como Ciências e Biologia, mas em diversas outras disciplinas são trabalhados temas referentes às diferentes questões ambientais, como: conservação, degradação e problemas associados, exploração de recursos naturais, tecnologia e reutilização de lixo digital para construção de experimentos.
Márcia Almirall, orientadora do 4º ano do Fundamental I do Colégio Santa Maria, localizado na região sul de São Paulo, acredita que investir em ações pedagógicas destinadas aos alunos é fundamental, pois o poder das crianças e jovens como agentes de transformação é inegável. “Eles possuem uma grande capacidade de influenciar as ações cotidianas e implantar novas práticas”, destaca Márcia.

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