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Revista Direcional Escolas
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A tentação dos “balaios de gatos” na tecnologia na educação

Em 3 fev, 2014
Administração Escolar

Em janeiro de 2013, Gary King, da Universidade de Harvard, e Maya Sen, da Universidade de Rochester, publicaram, na American Political Science Association, um artigo intitulado How Social Science Research Can Improve Teaching. Trata-se de uma síntese de pesquisas em ciência social,  sobre tecnologias aplicadas à educação. A partir de experimentos com plataformas de aprendizagem e uso de dispositivos móveis, os autores chegaram a alguns indicadores para  melhorar a aprendizagem.

O primeiro deles destaca a importância das conexões sociais para a motivação individual. No entanto, a ideia de que o comportamento do grupo influencia o comportamento do indivíduo não é nova, de forma que, no estado atual da arte, seria de se supor que todos os professores em exercício tivessem condições de identificar as dinâmicas de identificação no interior de um grupo, e promover intervenções capazes de dissolver influências negativas e alavancar a aprendizagem.

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O segundo princípio se sustenta na ideia de que colocar um estudante em posição de ensinar outro, ou seja, em posição de ensinante, aumenta seu poder de concentração e articulação de informações. Até aqui, também, nada de novo. Os pesquisadores estão apenas validando, a partir de dados estatísticos, o que já se sabe e se pratica.

O terceiro princípio revela que fornecer feedback instantâneo melhora o aprendizado. De fato, as pesquisas constataram que, ao receber um feedback no momento de uma dúvida, ou diante de uma dificuldade em avançar em uma articulação cognitiva, resultou em efeitos positivos na evolução da aprendizagem. Aqui, sim, temos um indicador importante para o aprendizado por meio de recursos tecnológicos.

A sequência do artigo exemplifica as abordagens realizadas por meio de computador. Demonstra-se uma plataforma desenvolvida pelo MIT, através da qual o professor disponibiliza conteúdo na tela do celular dos alunos. Na medida em que recebe feedback em tempo real da resolução das tarefas, ele vai aprimorando as intervenções. Enfim, são técnicas pontuais, nada de extraordinário. A metodologia usada pela pesquisa mereceria discussão à parte, pois, da forma como os resultados são apresentados, parece tudo muito eficiente e produtivo, certo? Bom, depende.  Para temas que não geram respostas empíricas definitivas, como é o caso das humanidades, as abordagens simplesmente não se aplicam. Similarmente, a ausência de uma discussão ética acerta do objetivo da educação naturaliza, ou, até mesmo, coisifica, a relação ensino-aprendizagem, que passa a ser enquadrada, mecanicamente, como uma sequência de estímulos que valem por si próprios. Decerto, uma perspectiva um pouco mais problematizada sobre essas abordagens deveria empreender uma crítica aos seus fundamentos epistemológicos, quais sejam, a teoria behaviorista de Skinner. Suas ideias são hoje utilizadas em grande parte dos produtos tecnológicos aplicados à educação. Mas, ninguém fala disso. Aplica-se a teoria de Skinner sem qualquer reflexão crítica. Pior, nos apresentam esses recursos como “novidades”. Bom, para quem cai nessa conversa das “novidades”, confira a máquina de ensinar, desenvolvida pelo próprio Skinner, nos anos 1950.

Diante disso, torna-se importante alertar gestores e educadores que a tecnologia inserida no contexto do ensino e aprendizagem não pode ser encarada como elemento que agrega ao marketing da instituição; tampouco enquanto recurso que facilita a vida do professor ou, ainda, ajuda a melhorar as médias dos alunos. Em nada essa perspectiva possibilitará o envolvimento/encantamento do aluno com seu próprio desenvolvimento, nem o engajamento dos educadores com o processo. Então, por onde começar? Como definir o melhor recurso para a escola?

Já tratamos disso em outros momentos no espaço desta coluna, mas é sempre oportuno lembrar ao gestor / educadores que, antes de mais  nada, é preciso reavaliar os próprios métodos ou programas da escola, para depois observar e ver qual recurso se encaixa nisso. De forma geral, é fundamental, caso queiram o envolvimento dos alunos, ferramentas que lhes proporcionem autoria, reflexão, desenvolvimento da capacidade crítica e o protagonismo.

Por Rodrigo Abrantes da Silva*

rodrigo-abrantes*Rodrigo Abrantes da Silva é historiador e professor. Especializou-se em História Contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), e atuou como pesquisador do Projeto Análise e do Núcleo de Pesquisas de Psicanálise e Educação (NUPPE) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP). Edita ainda o blog www.aulaplugada.com.

Mais informações:  [email protected]

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