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A família, a escola e o bolo de cenoura

Por Taís e Roberta Bento

Em 15 maio, 2025
Colunas e Opiniões

Se não fizermos, o quanto antes, ajustes para que a escola assuma a autonomia que precisa ter para conseguir cumprir seu papel, ficará impossível manter não somente a saúde mental de gestores e professores, como também garantir que os alunos possam desenvolver o potencial pleno de aprendizagem. Está se tornando insustentável a tentativa de atender a tantas demandas que se acumulam diariamente. É de fato impossível agradar a todos. E nem deveria ser essa a meta de nenhuma instituição da qual se espera que prepare as novas gerações para o futuro que as espera.

Precisamos assumir uma posição, usar a flexibilidade característica de quem trabalha na educação para fazer ajustes quando necessário for, mas não dá mais para seguirmos na tentativa de agradar a todos. Primeiro, porque isso não é factível. E segundo porque, ao tentar atender demandas tão extremas, imediatistas, muitas infundadas, tudo o que a escola tem conseguido, enquanto instituição, é ser cada vez menos respeitada, cada vez mais criticada, cada vez mais exposta como fonte de falha, insegurança, injustiça, incompetência, incapacidade e todos os demais “in” nos quais você conseguir pensar.

Conteúdo Comunidade Direcional Escolas

Tome por exemplo uma situação, apenas uma, dentre tantas que todos os dias surgem nas redes sociais ou na mídia: o estresse gerado por um bolo de cenoura. Caso você não tenha lido ou ouvido sobre isso, basta digitar no seu aplicativo de busca que vai encontrar inúmeros vídeos: tanto os da mãe da estudante, quanto de influenciadores e também de opinadores de todas as áreas. Uma tristeza, porque mostra uma situação que envolveu inclusive ouvidoria, diretoria de ensino, justiça, gravações, desgaste de uma mãe na luta com uma filha celíaca, reclamação de outras mães porque os filhos estavam questionando o lanche diferente da colega.

Conseguimos imaginar o início de todo esse estresse: de um lado, uma aluna que precisa de um ajuste para que possa seguir tendo seu direito à educação, junto de sua mãe, que encontra um caminho e segue sem gerar demanda extra para a escola. Do outro, famílias que, recebendo os comentários da frustração dos filhos por não terem o mesmo lanche que a colega, decidem pressionar a escola para que exista uma regra única para todos. No meio a escola, na tentativa de ser justa, e diante de tantas outras demandas que seguem simultâneas às reclamações que começam a chegar. É possível imaginar que tenha parecido mais simples convencer uma mãe a mudar, do que conseguir que todas as outras famílias entendam que há uma razão para a diferença no lanche daquela aluna. Seria necessário respirar fundo, responder às famílias que fizeram o questionamento de forma direta. E manter-se firme nessa fala, lembrando aos pais das outras crianças que seus filhos são capazes de enfrentar o desafio, entender a diferença, superar a frustração e seguir adiante. E, nesse caso, assumir a briga e o barulho que seria feito por essas famílias.

Não há uma escolha em que a escola passe tranquila por uma situação como essa. Um ou outro lado iria levar o caso para as redes sociais. E ali, no tribunal público, a escola seria, de todo modo, a vilã. Aceitar que esse é o novo normal ajuda. Lembrar que podemos transformar essa realidade aprimorando a comunicação com a comunidade que faz parte da sua escola ajuda. Preparar a equipe para situações que muitas vezes se parecem com um dilema, ajuda. Lembrar que a escola só ganha quando os alunos são beneficiados, ajuda. Mas o que resolve mesmo é fazer o que é certo, que esteja alinhado com os valores da escola, que gere crescimento e aprendizado para quem ficar. O que resolve mesmo é ter parceiros que ajudem a olhar para além do que parece ser o problema, ou do que parece ser a melhor solução. E a solução nunca é escolher um dos lados para renunciar ao seu direito, nunca é escolher uma entidade fora da escola para decidir quem estava certo. A solução que gera aprendizado nunca é a mais rápida, a mais simples, a que envolve menos pessoas. A solução que garante o direito de todos os alunos à educação que merecem vai sempre demandar muitas conversas, algumas reuniões tensas, ameaças de mudar o filho de escola e, por vezes, a saída de algumas famílias. A melhor solução é sempre aquela na qual os alunos saem ganhando, ainda que muitos deles frustrados, pois a recompensa muitas vezes virá a longo prazo. Eis o porquê tirar tempo para reabastecer sua energia e buscar novos conhecimentos é fundamental: essas paradas estratégicas trarão a força e energia necessárias para manter a decisão mais próxima dos seus valores e do propósito da sua escola, ainda que uma parte dos envolvidos e grande parte do exército de canceladores não entenda, concorde ou aprove o caminho que você escolheu seguir.

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    Roberta e Tais Bento

    Roberta e Taís Bento são especialistas na relação Família e Escola. São educadoras, e fundadoras do SOS Educação. São responsáveis pelo maior Instagram do Brasil voltado para Gestores de Escola, Professores e Famílias com filhos em idade escolar: @soseducacao
    Autoras do livro “Socorro, meu filho não estuda!”, e do livro "Guia para Família Parceira da Escola no Pós Pandemia", em parceria com o Instituto Ayrton Senna. Como palestrantes, viajam o mundo ajudando escolas a melhorar a relação com as famílias.

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