Aplicativos para a gestão escolar: Facilitadores tecnológicos para a gestão
A tecnologia é um dos fenômenos mais notórios na atualidade. Conexões, aplicativos e ferramentas digitais são palavras-chave que adentraram em todos os espaços nos últimos anos. Na educação, a multiplicidade de ferramentas facilitadoras passou a integrar cada vez mais o cotidiano das escolas e nos variados espaços das instituições.
“Os aplicativos ou sistemas não só podem como devem funcionar como facilitadores para a gestão escolar, nas suas mais diferentes perspectivas”, garante Leo Gmeiner, diretor de um aplicativo de segurança escolar e professor de Empreendedorismo e Inovação no MBA da FIAP. “Hoje, existem alguns muito comuns, que são os softwares de gestão ou sistemas de informação de estudantes (ERPs), que ajudam a escola a controlar desde a criação de um número de matrícula de um novo estudante naquela instituição até toda a gestão de notas, envios de cobranças financeiras”, complementa.
Os softwares de gestão, as ferramentas que oferecem a integração de dados e otimização de processos, os aplicativos que facilitam a comunicação entre escola e familiares, os relatórios completos e personalizados dos setores da instituição, e as funcionalidades digitais que garantem eficiência nas demandas do gestor e da gestora escolar, são alguns exemplos de praticidades que podem ser adotadas no cotidiano da gestão das instituições de ensino.
Segundo Gmeiner, as edtechs já utilizam muitos sistemas que podem facilmente ser adotadas na gestão escolar. “Por exemplo, ferramentas de inteligência artificial para captação de leads de novos clientes ou mesmo para os atendimentos de primeiro contato com clientes e potenciais clientes da escola; outro ponto que vale reforçar é a busca por soluções de Inteligência Artificial ‘Agêntica’, agentes de Inteligência Artificial que podem ajudar na gestão escolar de forma customizada e segura, desde que sejam agentes de IA bem construídos”, diz.
A contratação de serviços tecnológicos para as escolas deve ser feita avaliada com cautela. “O primeiro passo para contratar uma tecnologia corretamente”, conta Gmeiner, “é entender quais são as demandas da instituição de ensino antes de qualquer contratação. Depois disso, fazer uma priorização. Existem algumas ferramentas para ajudar nesta priorização. Uma que recomendo por ser bastante simples de ser utilizada é a técnica Moscou, que facilita muito para entender qual é o impacto de cada necessidade na operação da instituição”.
É importante também definir as pessoas que ficarão responsáveis tanto pela captação das informações dos fornecedores como pela implementação desse novo sistema na instituição. “Um outro ponto bastante relevante para essa implementação é que seja uma decisão da instituição, para que tenha menos objeções das mais diversas áreas, porque muitos sistemas contratados serão horizontais, ou seja, haverá uma integração, uma interpenetração com mais de uma de um departamento, com mais de uma área dentro da escola”, destaca Gmeiner. (RP)
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Leo Gmeiner – [email protected]

