Guia para Gestores de Escolas

Pisos: Conforto e Segurança

Qualidade, estética arrojada, segurança, higiene e funcionalidade. Todas essas características citadas ganham notoriedade e salientam como pré-requisitos fundamentais em todos os campos habitáveis. Quando deslocamos estes (e tantos outros) atributos para a esfera educacional, contemplando salas, corredores, quadras poliesportivas, bibliotecas, brinquedotecas e espaços externos – toda atenção e cuidado são necessários para garantir um cotidiano saudável para alunos, professores e funcionários.

A escola, concentrando em suas estruturas valores intangíveis e, também, bens físicos projetados para cada ambiente, armazena disposição e funcionalidade primordial. Dessa forma, “a escola precisa oferecer um espaço visualmente agradável e adequado que possa transmitir segurança, boa estética e que favoreça a aprendizagem”, diz Mersine Baroufis, vice-diretora do Colégio Amorim (SP).

Os pisos escolares representam uma imensa parcela da estrutura escolar e, por receber um fluxo intenso diariamente, “o piso – tanto das áreas internas como externas – precisa ser adequado conforme as Determinações Legais (ABNT)”, conta Mersine, que complementa: “vale ressaltar que, para cada área, faz-se necessário um determinado tipo de piso”.

Atualmente, é possível encontrar no mercado uma infinidade de tipos de pisos que suprem necessidades do segmento escolar, como: resistência ao tráfego de pessoas, conforto térmico e acústico, facilidade de limpeza e conservação do revestimento, design apropriado e facilidade de instalação e reposição.

“Quando o revestimento é adequado para determinado ambiente, entendemos o quanto isso contribui para criar espaços aconchegantes que auxiliam na aprendizagem. A escolha incorreta e a manutenção inadequada podem gerar acidentes, criar um ambiente desconfortável e até provocar a proliferação de doenças”, ressalta a vice-diretora.

Existem alguns procedimentos que devem ser adotados pela gestão do colégio com relação a especificação do piso que será utilizado em cada área da instituição. Érika Favato Trindade, pedagoga e diretora da Creche Escola Help Mãe (RJ), conta que na sala de aula (se for para crianças menores de 2 anos), o piso deve ser antiderrapante, de fácil limpeza e ter absorção de ruídos e impactos para permitir o conforto e segurança da criança. A partir dessas considerações os pisos vinílicos em manta e pisos em vinal podem ser escolhidos como uma alternativa segura.

“Na área externa, como pátios por exemplo, o uso do piso pode ser explorado de maneira mais livre e opções como pisos emborrachados surgem como grandes aliados na criação de ambiente lúdicos e que ofereçam boa segurança para os alunos menores. Além de absorver bastante o impacto e alguns materiais feitos de borracha é a partir de material reciclado”, ressalta Érika. (RP)

 

Saiba mais:
Mersine Baroufis – [email protected]
Érika Favato Trindade – [email protected]

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