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Revista Direcional Escolas
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Educação Básica — Por que investir na formação do currículo?

Em 19 mar, 2014
Administração Escolar

Frequentemente leio sobre resultados de evasão na Educação Básica, principalmente nas séries finais, e, um dos motivos alegados, é a falta de interesse ou de perspectiva. O Censo 2010 considerou na taxa de abandono escolar precoce os jovens de 18 a 24 anos que não haviam completado o Ensino Médio e não estavam estudando. O resultado da pesquisa mostrou que, em 2010, 36,5% dos alunos não chegaram a completar a Educação Básica. Essa taxa foi maior entre os homens (41,1%) do que entre as mulheres (32,0%). Considerando as pessoas de 25 anos ou mais, observou-se que 49,3% não tinham instrução ou sequer haviam concluído o Ensino Fundamental (IBGE, 2012).

Por outro lado, há várias publicações apresentando as portas que se abrem aos alunos que levam o estudo a sério, valorizam a Educação Básica e aproveitam as oportunidades que vão além da grade curricular, a exemplo das olimpíadas científicas, dos cursos de idiomas, de trabalhos voluntários, mostras científicas, entre outras atividades.

Conteúdo Comunidade Direcional Escolas

Recentemente, empenhei-me em acompanhar um candidato à graduação pelo programa do governo Ciência sem Fronteiras (CsF), que oferece bolsa de estudos no exterior para graduandos e pós-graduandos. As informações a seguir foram extraídas do site http://www.cienciasemfronteiras.gov.br

Apoiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)  vinculados, respectivamente, ao Ministério da Educação (MEC) e ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Ciência sem Fronteiras “objetiva propiciar a formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras, com vistas a promover a internacionalização da ciência e da tecnologia nacional, estimulando estudos e pesquisas de brasileiros no exterior, inclusive com a expansão significativa do intercâmbio e da mobilidade de graduandos”.

O projeto prevê a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Desse total, 64 mil bolsas são para graduação.

Para participar, o candidato deve atender aos seguintes requisitos:

  • Ser brasileiro ou naturalizado;
  • Estar regularmente matriculado em instituição de Ensino Superior no Brasil em cursos relacionados às áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras;
  • Ter sido classificado com nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)  de no mínimo 600 pontos, considerando os testes aplicados a partir de 2009;
  • Possuir bom desempenho acadêmico;
  • Ter concluído no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para o curso de graduação.

Será dada preferência aos candidatos que:

  • Foram agraciados com prêmios em olimpíadas científicas no País ou exterior;
  • Tenham usufruído ou estejam usufruindo de bolsa de iniciação científica ou tecnológica do CNPq (Pibic/Pibiti) ou do Pibid da Capes.

Benefícios

  • Mensalidade de bolsa;
  • Auxílio-instalação;
  • Auxílio material didático;
  • Passagens aéreas;
  • Seguro saúde.

Duração da bolsa

  • 12 meses, podendo estender-se até 18 meses quando incluir curso de idioma.

As Universidades mais concorridas exigem um nível elevado de proficiência no idioma estrangeiro. No caso do inglês, esse quesito é iniciado no Ensino Fundamental e aprimorado ao longo da escolaridade.

Ocorrendo empate, altas pontuações conquistadas no Enem e premiações nas olimpíadas acadêmicas farão a diferença, ou seja, temos de trabalhar sempre pelo máximo e nunca pelo mínimo se quisermos estar entre os melhores. Ao desenvolver essa postura de valorização do conhecimento desde muito cedo, o jovem passa a encarar o estudo como um hábito e, assim, estudar torna-se uma rotina para além de uma conquista numérica. Ao entrar na universidade, ele já pode começar a pensar, por exemplo, em um trabalho de iniciação científica e buscar todas as oportunidades que o Ensino Superior oferece, assim como fez na Educação Básica.

Considero uma oportunidade ímpar estudar em ótimas universidades no exterior com bolsa de 100%. Para isso, basta investir em uma formação acadêmica de qualidade desde a Educação Básica. Ao nos colocarmos entre os melhores estudantes do mundo, colocaremos também o nosso País entre as melhores nações.

 
SUELY-NERCESSIAN-CORRADINI
Suely Nercessian Corradini é diretora pedagógica do Colégio Vital Brazil, na zona Oeste de São Paulo. Possui graduação em Letras e em Pedagogia, mestrado em Educação, Arte e História da Cultura e doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, com o tema “Indicadores de qualidade em educação: um estudo a partir do PISA e da TALIS”.

Mais informações: www.vitalbrazilsp.com.br

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    Suely Nercessian Corradini

    É diretora pedagógica do Colégio Vital Brazil, na zona Oeste de São Paulo. Possui graduação em Letras e em Pedagogia, mestrado em Educação, Arte e História da Cultura e doutorado em Educação pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, com o tema "Indicadores de qualidade em educação: um estudo a partir do PISA e da TALIS".

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