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Guia para Gestores de Escolas

Escolha e implementação de um sistema de ensino à luz das necessidades contemporâneas nas escolas

Por Rafael Pinheiro / Fotos Divulgação

O sistema de ensino pode ser considerado como um dos pilares na educação. Com ele – e por meio dele – é possível sistematizar, programar e auxiliar o denso processo de ensino-aprendizagem. Para além do desenvolvimento no aprendizado, o sistema de ensino escolhido deve entrecruzar seus objetivos com os propósitos da instituição, bem como promover interações, atualizações, novas experiências e diálogos, cada vez mais intensos, com as demandas atuais – e globais

Educação é sinônimo de movimento, de desdobramento, de experimentações, e também de descobertas. Partindo dessa ideia, é preciso olhar para todas as características que compõem (e sustentam) uma instituição de ensino com cautela, sem deixar de lado as necessidades que despontam na atualidade, e as tendências que aparecerão em um futuro próximo.

Nessa dinâmica em constante movimentação, o sistema de ensino escolhido por cada escola, bem como a sua implementação, deve compreender alguns elementos importantes. Para adentrar nessa discussão, questionamos especialistas em educação e diretores/as (tanto de sistemas de ensino como de instituições de ensino), como adquirir e implantar um sistema de ensino que dialogue com as novas demandas que aparecem na rotina escolar?

Kátia Cristina Dambiski Soares – Professora Doutora do Curso de Pedagogia Uninter

“Em primeiro lugar é preciso compreender que um sistema de ensino é uma organização sistemática, metódica e qualificada a respeito de um nível, etapa ou fase educacional. Existem atualmente em nosso país: sistemas municipais, estaduais, sistema federal, sistemas públicos e privados. E, em segundo lugar, alguns cuidados devem ser tomados para não se desviar do principal objetivo, que é a oferta de uma educação de qualidade para toda a população. Assim, devemos relacionar o sistema de ensino que almejamos com os propósitos da proposta pedagógica da instituição educacional.

Um sistema de ensino eficaz e eficiente, comprometido com as demandas educacionais atuais, precisa considerar a legislação educacional atualmente vigente. No caso da Educação Básica que engloba Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, algumas leis e documentos devem ser considerados para organizar e implantar um sistema de ensino, entre estes: a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96), o Plano Nacional de Educação (Lei 13.005/14), o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, lei 8.069/90), bem como as mais recentes como a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), e ainda a Lei nº 13.979, 06/02/2020, que aborda as medidas para o enfrentamento da situação de emergência de saúde pública, o Parecer CNE/CP nº 5, 28/4/20 – Reorganização do Calendário Escolar e cômputo de atividades não presenciais; o Parecer CNE/CP 11, 7/7/20 – Aulas e Atividades Pedagógicas Presenciais e Não Presenciais e a Resolução CNE/CP nº 02, 10/12/2020 – dispensa obrigatoriedade 200 dias letivos e possibilita a adoção de continuum curricular.

Defendo, portanto, que um sistema de ensino precisa dialogar com a realidade vigente, com a comunidade escolar local, seus problemas, sua história, seus limites e possibilidades, não deve ser simplesmente sobreposto ou imposto em determinado local, mas necessita partir de um diagnóstico da situação e propor gradativamente e de forma organizada sua implementação. As redes de ensino, sejam públicas ou privadas, devem apresentar suas propostas pedagógicas para os Conselhos de Educação Municipais e Estaduais para obter autorização para funcionamento. Nesta direção, destaco a importância de que articulada com a adoção ou implantação de um sistema de ensino, esteja sempre um processo de formação continuada dos profissionais da educação e uma gestão democrática que permita o amplo debate na rede educacional a que se destina de modo a que os envolvidos no processo possam ter voz e vez na sua implantação. Caso contrário, se os envolvidos não abraçarem o projeto educacional proposto, não entenderem que este é o ‘norte’ que quer atingir, é pouco provável que as ações se tornem práticas desenvolvidas com empenho pelos professores nas salas de aula.”

Kátia Cristina Dambiski Soares – Professora Doutora do Curso de Pedagogia Uninter

Heidi Oliveira – Psicopedagoga e Gerente de Pesquisa e Conteúdo Educacional – Lumiar

“Ao implementar um sistema de ensino, as escolas buscam praticidade e segurança para gerir o cotidiano institucional e os processos de aprendizagem. Essa forma de gestão e escolha didática padronizadas, contudo, nem sempre considera as características específicas de cada comunidade escolar, além dos desejos e as necessidades pedagógicas singulares de cada criança e cada adolescente.

Não é de hoje que educadores e educadoras do mundo todo destacam a importância de uma metodologia que reconheça e valorize a diferença entre as pessoas, que ajude os(as) estudantes a desenvolverem habilidades e competências úteis a seus propósitos de vida, que eduque e seja relevante para o vivido hoje – não apenas para um futuro hipotético – e que tenha impactos individuais e coletivos, evidenciando a função social que toda escola deveria ter. 

A pandemia tem nos mostrado que mais do que a garantia da cobertura de conteúdos ou de métodos pretensamente ativos, precisamos de metodologias que não se preocupem apenas com as novas demandas que aparecem na rotina escolar, mas que partam do princípio de que não há uma vida fora e outra dentro da escola. O que ensinamos e aprendemos está intimamente ligado a tudo que nos cerca e é para esse mundo integrado que vivemos.”

Heidi Oliveira – Psicopedagoga e Gerente de Pesquisa e Conteúdo Educacional – Lumiar

George Bento Catunda, que é Diretor na Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED)

“A rotina escolar envolve questões como socialização, convivência, mediação de conflitos, direitos e deveres, além do desenvolvimento de competências e habilidades de áreas do conhecimento.

A escolha de um sistema depende justamente da percepção do todo em relação a essas demandas escolares, principalmente verificando que os mundos presencial e virtual não são o fim em si. Precisam dialogar. Precisam fazer sentido para professores, pais e estudantes.

O principal diferencial de um bom sistema é justamente na articulação desses dois mundos e o quanto isto entrega de resultado de aprendizagem. Adoção de tecnologias nem tão novas assim, mas ainda bem inovadoras no ambiente escolar, como Realidade Aumentada, Mobile Learning, inclusive em sala de aula e formação dos professores.”

George Bento Catunda, que é Diretor na Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED)

Marina Pechlivanis – Sócia da Umbigo do Mundo, idealizadora da Educação para a Gentileza e a Generosidade, e professora da ESPM

“Novos contextos exigem não apenas novas formas de lidar com os desafios do dia a dia como novas estratégias e ferramentas capazes de acolher as transformações e endereçar soluções. Por isso, para além do ferramental técnico de conectividade que viabiliza mecanicamente o diálogo, é importante considerar todo um repertório conceitual de aprendizagem crítica que dê sentido sistêmico a estes diálogos de forma a que realmente proporcionem a conscientização e o desenvolvimento não apenas de novos profissionais para competir no mercado de trabalho, mas de cidadãos socialmente conscientes e responsáveis para colaborarem em suas comunidades.

Na primeira plataforma brasileira de Educação para a Gentileza e a Generosidade, a missão é oferecer metodologia de ensino gratuita para as escolas, com planos de aula e diversos materiais de suporte preparados para o professor fazer a diferença na sala de aula. Ao adquirir e implantar um sistema de ensino, os 7 princípios (gentileza, generosidade, solidariedade, diversidade, sustentabilidade, respeito e cidadania) podem fazer toda a diferença.”

Marina Pechlivanis – Sócia da Umbigo do Mundo, idealizadora da Educação para a Gentileza e a Generosidade, e professora da ESPM

Susan Clemesha – Diretora Acadêmica da Sphere International School

“A Sphere International School acredita que é preciso desde cedo estimular a capacidade criativa e o pensamento crítico de crianças e adolescentes para que eles cresçam conscientes de suas capacidades e possam ajudar a transformar as pessoas, o mundo e a si mesmos. 

Ainda que a compreensão de conteúdos e conceitos seja muito importante, possibilitar isso ao mesmo tempo em que se desenvolve habilidades comportamentais e interpessoais também pode ser determinante para a formação de adultos e profissionais confiantes, empáticos e socialmente conscientes. Como exemplo, a escola possui um currículo transdisciplinar e interdisciplinar, pautado em conceitos, que podem ser explorados em diferentes contextos e por meio de uma aprendizagem ativa. Além disso, uma diversidade de projetos, eventos e atividades integram um sistema próprio e inovador chamado OPEN, que estimula competências como autogestão, liderança, comunicação eficiente e trabalho em grupo em seus alunos desde a infância. 

Através do OPEN, os alunos são encorajados a questionarem problemas a partir da sua capacidade pessoal de empatia, de sensibilizar-se por causas, desafios ou necessidades diversas. Em seguida, utilizam de sua bagagem própria para conhecer, se organizar e se aprofundar nas situações-problema, com o objetivo de interagir e criar em sintonia com cada contexto. Com isso, a Sphere International School não apenas desenvolve conteúdos que são exigidos em provas e vestibulares, mas reconhece os interesses e talentos de seus alunos, apoiando-os em qualquer caminho que decidam seguir, respeitando sua singularidade.”

Susan Clemesha – Diretora Acadêmica da Sphere International School

Ana Maria Menezes – Head pedagógica da edtech Kanttum

“Devido a pandemia, o ano de 2020 motivou demandas inesperadas para a sala de aula. O ambiente de aprendizagem se expandiu para o quarto, escritório ou qualquer espaço onde o aluno está. Como consequência, o professor teve que se adaptar aos novos contextos de ensino em tempo recorde, e com isso aqueles profissionais que se dedicam a aprender continuamente conseguiram responder com mais rapidez às novas demandas.

A meu ver, a implantação de qualquer sistema de ensino, agora e no futuro, dependerá cada vez mais da ação do professor no sentido de conhecer diversas metodologias, abordagens e recursos digitais a fim de escolher as melhores estratégias de ensino para atender às necessidades de diferentes grupos de alunos. Outro aspecto que se mostrará fundamental é a vivência do ensino reflexivo e da mentoria, que convida o professor para analisar constantemente a sua prática de sala de aula, com o intuito de buscar novas soluções. Podemos aprender muito através da observação de nossas experiências, o que provoca vários questionamentos: ‘como o meu aluno aprende melhor?’, ‘como posso implementar de modo eficaz a proposta do sistema de ensino?’, ‘como posso aperfeiçoar a minha prática docente?’.

Para uma boa implantação de sistemas de ensino na atualidade, as escolas precisarão de gestores e professores abertos para reconhecerem em sua própria prática espaços para mudanças. Nesse novo contexto, e considerando toda a transformação digital que já estava acontecendo, houve uma mudança significativa nos hábitos de cada indivíduo, e é inevitável que os profissionais da educação fiquem atentos para acompanhá-la e, quando possível, até mesmo se antecipar a ela, buscando compreender os seus efeitos para a sua atuação profissional.”

Ana Maria Menezes – Head pedagógica da edtech Kanttum

Klisman Vercino – CEO Blue Educação e Colégio Objetivo DF

“O primeiro passo na escolha do sistema de ensino consiste em realizar um estudo detalhado em relação às opções que o mercado oferece. Após a análise, conseguimos identificar o formato que mais se relaciona com a escola; para a implementação, o mesmo precisa ser abraçado por toda equipe escolar, pois eles levarão à sala de aula todo o processo de aprendizagem.

O principal desafio está em relacionar a proposta pedagógica com a do sistema de ensino para firmar uma parceria duradoura. No Colégio Objetivo DF, por trabalhar há mais de 10 anos com o mesmo sistema de ensino, conseguimos manter um alinhamento. Nossos materiais são atualizados bimestralmente, o que possibilita a inclusão de tudo que acontece de relevante no mundo. Isso traz aos alunos uma experiência muito rica, pois trabalhamos em sala de aula os temas atuais.”

Klisman Vercino – CEO Blue Educação e Colégio Objetivo DF

Célio Ricardo Tasinafo – diretor pedagógico da unidade Taquaral do Colégio Oficina do Estudante de Campinas (SP)

“Qualquer sistema de ensino atual tem de dar conta da intensa dinâmica tecnológica na qual os alunos estão inseridos. Com toneladas de informações disponíveis na internet e que podem ser acessadas a partir de alguns toques em um teclado virtual de smartphone, os sistemas de ensino têm de apresentar o processo de construção do conhecimento e não só as informações, conceitos e conteúdos prontos e acabados. Em outras palavras, por mais coloridos e ilustrados que sejam os materiais didáticos, e por mais links para vídeos ou atividades virtuais disponibilizadas, nenhum sistema vai ser eficiente caso não parta da premissa de que é preciso mostrar como tudo aquilo que está ali foi sistematizado a partir dos métodos específicos de cada disciplina e/ou área do conhecimento.”

Célio Ricardo Tasinafo – diretor pedagógico da unidade Taquaral do Colégio Oficina do Estudante de Campinas (SP)

Janaína Spolidorio – Especialista em Educação

“O sistema de ensino é algo importante e deve ser avaliado muito bem antes de ser adquirido pela escola. É preciso considerar uma série de fatores, entre eles uma concordância com o perfil da comunidade escolar a ser atendida e com o modo de ensinar da escola.

Atualmente, contudo, apenas levar em consideração o perfil profissional e o dos alunos não é suficiente. Já era preciso, antes da pandemia, o material atender aos requisitos mínimos de aprendizagem indicados em nossa BNCC. Devido a situação em que vivemos, outras necessidades apareceram e algumas que existiam acabaram entrando em adaptação.

A partir da defasagem que tivemos, embora os sistemas devam atender aos requisitos mínimos, o modo como apresentam os conteúdos deve ser evolutivo, ou seja, levando em consideração que muitos alunos terão uma maior dificuldade. A escola deve, portanto, observar se há sempre atividades de suporte que possam resgatar possíveis lacunas de aprendizagem ocorridas. Sistemas de Ensino também vão além do livro, sendo assim, possíveis recursos complementares oferecidos como formação aos profissionais, frequência em palestras e tira dúvidas dos profissionais, além de facilidade de uso e eficácia nos resultados são desejáveis.”

Janaína Spolidorio – Especialista em Educação

Deborah Anastácio – Diretora pedagógica do Elite Rede de Ensino

“A escola é viva, mutável e conviver com mudanças está no DNA de quem trabalha com educação. Isso porque, a cada ano, recebemos alunos e famílias com necessidades e perfis diferentes, mas independentemente disso nosso compromisso com o processo de aprendizagem se mantém e precisa ser cumprido. Sendo assim, é um desafio diário desenvolver estratégias para dar conta de todas as especificidades que permeiam o universo escolar.

No Elite, estruturamos um Ecossistema de Aprendizagem Inovador (EAI), uma série de iniciativas que priorizam a formação integral de crianças e de jovens, fomentando a experimentação, a pesquisa e o protagonismo. Por meio desse programa, nossos estudantes têm acesso a soluções pedagógicas que complementam o ensino tradicional da sala de aula, incentivando a sua autonomia e aumentando o engajamento do aluno.

Além disso, a chegada da pandemia intensificou a busca por estratégias e acredito que um bom caminho a seguir neste período é investir nas ferramentas de comunicação. Nesse momento de incertezas, estar mais próximo das famílias e dos alunos transmite segurança e faz com que todos sigam na mesma direção. E estar próximo não significa estar lado a lado presencialmente, mas mostrar à comunidade escolar que com a inserção de tecnologia é possível interagir de outras formas.”

Deborah Anastácio – Diretora pedagógica do Elite Rede de Ensino

Alberto Serra – Diretor pedagógico do Poliedro Sistema de Ensino

“A aquisição de um sistema de ensino é uma decisão muito séria e deve ser tomada com muita responsabilidade por todos os envolvidos. De um lado, temos a escola que busca produtos e serviços para alavancar o seu projeto, e do outro o Sistema de Ensino que associa escolas com valores, crenças e desafios que comungam estrategicamente com as soluções por ele proporcionadas. Importante observar, nessa tomada de decisão, o quanto essa proposta é validada e como os objetivos buscados inicialmente se concretizaram no cotidiano das outras escolas que já fazem parte desse grupo.

Esse projeto precisa de uma implantação sólida que obrigatoriamente passa pelo reconhecimento daquilo que a escola já tem como inegociável, aquilo que caracteriza a sua identidade e a construção de um caminho que se traduz cotidianamente na formação de todos os envolvidos. Busca-se, para tal, um sistema de ensino vivo com a capacidade de dar respostas para os desafios presentes que a sociedade impõe e na velocidade que o cenário atual exige. A procura por essa parceria verifica as características necessárias para que o sistema, a escola e as famílias possam convergir para as mesmas expectativas, de modo que o caminho escolhido em conjunto possa ser construído com trocas constantes e aprendizagens mútuas.”

Alberto Serra – Diretor pedagógico do Poliedro Sistema de Ensino

Thiago Brentano – Diretor do Sistemas de Ensino Somos Educação – Anglo e pH

“A implementação de um sistema de ensino deve refletir a filosofia pedagógica da escola. Aqui na Somos Educação o nosso portfólio de sistema de ensino é composto por 7 marcas (Anglo – primeiro sistema de ensino do Brasil, Pitágoras, Ético, Maxxi, pH, Rede Cristã e par), pois acreditamos que cada instituição de ensino possui a própria filosofia pedagógica e perfil determinado.

A adoção do sistema de ensino vai muito além da oferta do conteúdo didático e podem ser compreendidos como modelos educacionais que, de forma abrangente, englobam o atendimento das necessidades escolares gerais. Ou seja, além do respaldo pedagógico, apoio às práticas administrativas, assessoria de marketing e ações de formação continuada para os educadores. Desta forma, ao se preocupar não apenas com a apresentação do conteúdo, mas também com a maneira como esse conteúdo será empregado ao longo do tempo, os sistemas de ensino tiram das escolas a necessidade custosa de produzir seu próprio material didático e ainda lhes oferecem a oportunidade de gerar receita ao revender esse material aos alunos por uma margem – sistema que foi de grande importância para a sobrevivência de muitas escolas nesse último ano de pandemia. Para o educador, ao oferecer um conjunto padronizado de roteiros de aula e cadernos de estudos e exercícios, os sistemas facilitam a sua rotina em termos de planejamento, indicam os caminhos possíveis de se percorrer sem limitar sua atuação e ainda aumentam a autonomia dos alunos, que ganham um guia de estudos práticos para seguir em casa.

Na configuração das salas de aula, todo sistema de ensino deve dispor de materiais didáticos contextualizados e adequados às definições da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Plano Nacional de Educação (PNE) que possam ser acessados em uma plataforma digital por alunos e professores. Avaliações, exercícios e outros recursos de apoio ao aprendizado e a gestão do aprendizado serão sempre mais eficientes se também estiverem integrados ao conteúdo pedagógico na mesma plataforma digital.

Impressos ou digitais, os materiais devem ser atualizados com constância e frequência, considerando o cuidado de assegurar que os conteúdos sejam aplicáveis ao dia a dia dos alunos. Além disso, os sistemas de ensino têm funções auxiliares eficazes na transposição do conteúdo didático para as plataformas digitais, cuja aquisição nas escolas tem crescido à medida que se adotam modelos mais híbridos de ensino. Aqui na Somos temos o Plurall, plataforma de aprendizado 100% digital que se tornou a principal plataforma digital da educação brasileira durante a pandemia, respondendo por metade do tráfego de dados educacionais no país e saltando de 400 mil usuários para 1,3 milhão de alunos embarcados. Por meio do Plurall, alunos e professores podem acessar a experiência do sistema educacional escolhido e assistir a aulas ministradas ao vivo sem trocar de plataforma. Uma verdadeira prova de que os sistemas de ensino e a implementação da digitalização escolar andam de mãos dadas.”

Thiago Brentano – Diretor do Sistemas de Ensino Somos Educação – Anglo e pH

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