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Gestores Educacionais e o oceano azul. Por quê?

Em 17 set, 2018
Colunas e Opiniões

“Dirigir uma empresa é como jogar xadrez: para vencer é preciso prever várias jogadas à frente.” (William A. Sahlman – How to write a Great Business Plan – Harvard Business Review, Jul-Ago/1997)

O tempo de marketing focado em matrículas segundo alguns gestores  é no segundo semestre. Na minha perspectiva essa é uma mentalidade arcaica e descontextualizada. O tempo de marketing é todo o dia. Trata-se do Branding, ou melhor, a gestão de sua marca.

Conteúdo Comunidade Direcional Escolas

Todo o dia é dia de trabalho realizado com o objetivo de tornar a sua marca mais conhecida, mais desejada, mais positiva na mente e no coração dos seus clientes que é a comunidade educativa.  Isso envolve atendimentos, entendimentos, procedimentos e reconhecimentos. Por isso, todos, devem estar envolvidos nessa Holocracia (uma nova forma de administrar uma empresa, que se dá através da remoção do poder de uma estrutura hierárquica, substituída por um sistema de distribuição da autoridade.)

As escolas que não se envolvem com inovações afogam-se no mundo de suas rotinas, dos negócios competitivos rankeadores ao extremo e, convivem com as tensões do oceano vermelho. Mercado saturado, com verdadeiras guerras travadas entre concorrentes, muitas vezes sem critérios razoavelmente éticos. O cenário é de seleção “artificial” nessa luta pela sobrevivência, de fato. As instituições particulares convivem com a evasão elevada advinda da crise e do transito de estudantes para o setor público.

As escolas que tem gestores e mantenedoras focadas no oceano azul  buscam um manejamento consistente de sua marca, produto ou serviço, diante de uma demanda latente e sem concorrentes. Isso é possível no mercado educacional que muda com tempos canônicos? Sim. Basta ouvir seu time e levar em consideração suas alternativas.

A estratégia do oceano azul, objetiva criar e explorar novos mercados e, abandonar os mercados já saturados e cheios de concorrentes. Em linhas gerais. Contudo, não é só isso. Os pilares dessa estratégia são:

  • Focar na criação de novas demandas – Exemplo: tempo integral com dimensão de voluntariado e formação de valores.
  • Inovação –  Exemplo: Pensamento computacional desde a tenra infância
  • redução de custos – Exemplo: Formar e capacitar a equipe para evitar absenteísmo, demissões e turnover.
  • posicionamento de mercado diferenciado – Exemplo: Mudar o design da escola desde o arquitetônico até o curricular e avaliativo.

Você já parou para pensar sobre o que faz uma escola ser mais lembrada do que outra? Por que nós temos a sensação de que algumas escolas são incríveis e entregam serviços tão bons quanto seus concorrentes? Trata-se de escopo e inteligência coletiva. Gestores que buscam o oceano azul praticam a ouvidoria de todos os atores da comunidade educativa e fomentam participação nos resultados.

A entrega influencia na imagem, na fidelização e na captação de novos estudantes. Neste âmbito cuidar da cultura organizacional, clima e micro climas nos departamentos da instituição exigem um olhar e ação racional sobre as inteligências emocionais, envolvidas no processo de entrega, sobretudo professores e sua retaguarda.

Apesar da estratégia do oceano azul ter se tornado hoje um jargão, muito utilizado no mundo corporativo, sua evidencia de resultados é alta. Lembrando que resultados são tangíveis e intangíveis. Originada do livro de mesmo nome, escrito pelos acadêmicos Renée Mauborgne e W. Chan Kim, a estratégia é o resultado de dez anos de pesquisa em 150 empresas de 30 setores diferentes.

Os autores identificaram a demanda de desenvolver um método inovador para criação de novos mercados, entendendo opções e práticas, ainda, não experimentadas. Escola de tempo integral, currículos alternativos, designs diferenciados de espaços, aulas e currículos, interação com pais, uso de aplicativos focados em educação e modelos telepresenciais de estudo são possibilidades emergentes para a cultura maker e hibridismo.

Gestores educacionais que não se aprimoram e, não buscam informação para desenvolver conhecimentos sobre novos manejos, tendem a fazer o negócio desabar e, a tradição de sua instituição também. Gestor por ser um cargo estratégico, deve se afastar do tático e do operacional em sua execução, porém, com “um olho no peixe e outro no gato”. Para tanto, deve otimizar tempo e agenda, para sentir os fluxos e refluxos do mercado.

A ideia-força da estratégia do oceano azul é “a única maneira de superar os concorrentes é não mais tentar superar os concorrentes.” O que não significa não monitorá-los com freqüência, criar soluções diferenciadas para novas realidades, como BNCC e Reformas no Ensino Médio.

As escolas tendem a serem hibridas, mas são homogêneas.  As escolas tendem a serem inovadoras, mas são resistentes a mudanças conceituais, atitudinais e procedimentais. Tendem a serem diferenciadas, mas apresentam-se similares em sua comoditização e operacionalidade anacrônica. Paradigma do século XVII para o século XXI.

A rota da estratégia do oceano azul é otimizar recursos, tornando a escola mais produtiva com uma estrutura enxuta, utilizando suas estruturas com mais inteligência nos três turnos. O foco é criar uma experiência nova para seu cliente (ou para seu potencial cliente), sem aumentar os custos operacionais.

Retirar a comunidade educativa do cotidiano estressante da escola para pensar e propor cenários alternativos a partir de críticas e entendimento do oceano vermelho. Como ele funciona? Qual a sua dinâmica e qual o espaço da escola dentro dele? Workshops são necessários para rever e repensar práticas em buscas das melhores. Veja o exemplo de quadro diferenciador:

Porque buscar o  oceano azul?

Vamos refletir?

Para o gestor educacional que busca aplicá-la em suas práticas de governança corporativa é importante refletir sobre cinco pontos:

  1. A estratégia do oceano azul pressupõe a criação de um espaço inexplorado no mercado.
  2. A estratégia do oceano azul fornece as ferramentas necessárias para entender as oportunidades, tais como o Strategy Canvas. O gestor deve submetê-la a sua equipe e identificar sinais importantes apresentados.
  3. A estratégia do oceano azul busca maximizar oportunidades e minimizar riscos.
  4. Transforma execução de ideias apoiadas no conhecimento coletivo da empresa, permitindo a aplicação da estratégia na prática.
  5. Estratégia ganha-ganha, porque alia valor, lucro e pessoas.

Tenho acompanhado resultados significativos de escolas que se fundamentaram na estratégia do oceano azul para criar inovação no valor porque permitem que a inovação proposta agregue valor à empresa e a seus produtos e serviços. Isso mesmo produtos!

Vamos pensar?

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    Paulo Henrique de Souza

    Doutorando em Educação e Tecnologia (Portugal), Mestre em Ciências da Religião pela PUC-MG, Pós-Graduado em História Moderna e do Brasil pela UNI-BH e MBA em Educação com Ênfase na Ação Pedagógica pelo CEPEMG. Graduado em História pela PUC-MG. Participou de diversos Congressos Educacionais Internacionais como conferencista. Comunicativo, assertivo, pontual, foco em resultados tangíveis e intangíveis para a excelência educacional. Autor de Coleção de Livros Didáticos de História (24). Autor de livro sobre Família e Escola (01). Colunista e articulista da Revista Linha Direta e Revista Direcional Escolas. Consultor Educacional para a Kroton Educacional em suas várias redes para formação continuada de professores / funcionários. Fundador da Causa/Movimento: Educação é o Alvo.

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