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Uma questão de gênero: Menino tem que gostar de azul e menina de rosa?

Em 30 jun, 2014
Educação e Cidadania

Experiências individuais, conhecimento coletivo, descobertas interiores e sociais. A escola representa uma junção de reflexões que guiam os alunos – tanto em sala de aula, como em atividades externas, a um relacionamento social, cultural e educativo. E, além de aulas em diversas matérias, pensamentos, observações e desejos nascem em cada aluno de maneira ímpar – e inesperada.

As discussões e debates que envolvem o gênero, nunca estiveram tão em voga como nos últimos tempos. A sociedade, ao longo dos anos, abre espaço e mostra-se permissiva a novos olhares e mudanças significativas. Compreender a existência de novas percepções é abrir os olhos para uma nova realidade, principalmente quando o assunto envolve educação e gênero.

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Desde a infância, as crianças são induzidas por muitos pais e por grande parcela da sociedade, a seguirem padrões tradicionais e culturais de vida. Com o tempo podemos identificar diferentes habilidades e preferências que aparecem no cotidiano de meninos e meninas, aspectos e projeções que ressaltam o seu gênero. Em um passado não tão distante, o azul era uma cor usada apenas por meninos e o rosa aparecia em diversos adereços e acessórios femininos. Logo depois o garoto recebia carrinhos gigantescos para brincar durante o seu lazer e a garota recebia diversas bonecas para aguçar sua feminilidade. Os familiares e o meio que a criança vive, podem influenciar o conceito de que “menino tem que fazer coisa de menino” e “menina tem que fazer coisa de menina”.

Dentro do ambiente escolar, como é possível diminuir estereótipos e não reforçar o tratamento divergente entre alunos de sexo opostos? Segundo a coordenadora do Colégio Itatiaia, Priscila Manetta, é de suma importância tratar todas as crianças como únicas, com necessidades e experiências individuais independente do sexo e de suas preferências pessoais: “Não reforçamos figuras de comportamento que separam os indivíduos, como por exemplo, menino brinca de bola e menina de corda. Meninos e meninas devem ser respeitados em sua individualidade independente do seu comportamento”.

A coordenadora ainda reforça que as crianças são produtoras de cultura e a construção coletiva faz parte do processo de aprendizagem, trazendo ao ambiente escolar a cultura adquirida com familiares e com a sociedade que os cercam. “É muito difícil mudar toda uma cultura, podemos inclusive verificar nas lojas que os brinquedos ficam separados, meninas de um lado e meninos de outro. Podemos perceber que as cores das embalagens geralmente são bem distintas: rosa e lilás para meninas, verde e azul para meninos. As brincadeiras são influentes, mas não são necessariamente determinantes para o futuro ou escolhas das crianças”, comenta Priscila.

É importante os pais compreenderem que quando uma criança se interessa por brinquedos que são classificados culturalmente do sexo oposto, não podem sofrer punições ou repressões a um comportamento que nem mesmo ela entende como certo ou errado. Este tipo de ação é muito comum durante a infância e, muitas vezes, a criança demonstra curiosidade pelo brinquedo ou estabelecendo relações afetivas como, por exemplo, o menino pegar a boneca porque acabou de ganhar um irmãozinho ou a menina brincar de carrinho porque isto a remete a um passeio divertido com a família. Biologicamente, o feminino e o masculino se expressam de formas diferentes, já que homens e mulheres possuem genes e hormônios em quantidades distintas ditando particularidades de cada gênero e comportamentos diversos.

Na escola, os brinquedos, jogos e brincadeiras não devem ser separados e ditados por gêneros e cabe às instituições permitir o contato da criança com diversos tipos de brinquedos para a estrutura da criação. “Desta forma, pais e escola investem em uma formação significativa, sem preconceitos, desenvolvendo habilidades e trabalhando competências”, finaliza Priscila.

Diante de novos tempos, a realidade aponta outros horizontes. Com a equiparação de valores, a inserção cada vez maior de mulheres em postos de trabalho e a diminuição de privilégios que garantem vantagens a um só sexo, a sociedade quebra alguns tabus tradicionais. E, com novas perspectivas, deixamos de lado certos tabus e conceitos preconceituosos, propondo diálogos, compreendendo a importância de inserir no contexto escolar o caráter histórico-social e mutável.

Hoje, a instituição educacional ultrapassa a visão biológica de seus alunos, percebendo a necessidade e sensibilidade que prolifera na evolução particular de cada criança. A partir dessas intervenções, há diversas práticas diárias no âmbito escolar, na convivência familiar e, futuramente, em uma sociedade livre de estereótipos e discriminações.

*por Rafael Pinheiro

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