Março 28, 2014

Saúde e medicação na Escola — quanto a escola pode interferir em um acidente ou doença do aluno?

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Quando a saúde da criança está em jogo, todo cuidado é pouco. Situações clássicas da rotina escolar, como acidentes, doenças e uso de medicamentos contínuos, exigem informação prévia sobre como agir para evitar o pior: a saúde infantil colocada em risco por mau desempenho de professores e pais. Saiba, a seguir, o que deve ser feito segundo a orientação de especialistas de colégios da capital paulista.

O Colégio Mary Ward, localizado no bairro do Tatuapé, tem enfermaria, mas segundo Cesar Marconi, Diretor pedagógico do Colégio Mary Ward, “a escola não está autorizados a ministrar remédios, apenas em casos com atestado médico”. Os procedimentos da escola quando um aluno se machuca ou passa mal é entrar em contato com a família.  “Temos a ficha médica de cada aluno na enfermaria, mas é sempre bom comunicar os procedimentos que estamos realizando. Em caso de acidente ou problema repentino no aluno, a assistência é dada por um profissional da área. Compete a ele dar assistência aos alunos e às demais pessoas que adoecerem ou sofrerem algum acidente dentro da escola”, explica Marconi.

O Colégio Humboldt, localizado em Interlagos, conta com os serviços de uma clínica especializada há mais de 30 anos, que atende todo tipo de situação que envolve os alunos dentro da escola. Se um aluno está com dor de cabeça e o professor, sem saber sobre o histórico de saúde da criança, fica preocupado com o bem estar do mesmo, é imprescindível que o profissional não tome nenhuma atitude pensando em resolver a queixa da criança. Sobre este ponto, Ilse Sparovek, da administração do Colégio Humboldt, afirma “não damos nenhuma receita e não tomamos a iniciativa de dar um remédio sem a autorização dos pais”. Mesmo tratando-se de crianças sadias, a clínica dentro da instituição está sempre preocupada com o bem estar do aluno e procura sempre falar com o pediatra de confiança da família, no caso da criança aparecer com frequência no ambulatório da escola.

No Colégio Franciscano Pio XII, localizado no bairro do Morumbi em São Paulo, os pais devem informar a direção da escola sobre que tipo de medicação o filho está habituado a tomar diariamente. “Os remédios precisam estar acompanhados das receitas médicas, com todos os dados necessários, da dosagem ao horário adequado de tomar”, diz Patricia Bertachini Bissetti, orientadora pedagógica do Ensino Infantil do Colégio Pio XII. A especialista ressalta que é de grande utilidade ter uma conversa direta com os pais sobre os riscos de a criança se automedicar.

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