Maio 18, 2017

Colégio Mary Ward cria projeto Aquarela para mostrar aos alunos um novo olhar sobre os livros e sobre o papel da biblioteca

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O mundo está em constante mudança e diante das incertezas do futuro e das inovações digitais existentes, atualmente torna-se um desafio incentivar os alunos para a leitura.

Atenta a este fato, a professora Alexandra Grassini, que atua no período integral do Colégio Mary Ward, localizado no bairro do Tatuapé, em São Paulo, em parceria com a biblioteca da escola, criou oprojeto Aquarela, que tem o objetivo de incentivar e resgatar o interesse pela leitura, além de contribuir para a formação cultural dos estudantes, que muitas vezes são atraídos pela facilidade do rápido acesso às informações compartilhadas em massa na internet, e que gera a falta de hábito e interesse pela busca do conhecimento de forma minuciosa nos livros.

O nome do projeto foi inspirado na música de mesmo nome do cantor e compositor Toquinho, já que a leitura, assim como na letra da música, dá asas à imaginação, construindo cenários e personagens.

De acordo com a professora Alexandra Grassini, o projeto foi desenvolvido para que as crianças tenham um novo olhar sobre os livros e sobre o papel da biblioteca no colégio e no mundo, e também, para mostrar o quanto o hábito da leitura e pesquisa é importante durante toda a vida. “A leitura aproxima as pessoas, tem papel fundamental na formação do indivíduo, além de despertar na criança o senso crítico e auxiliar no aprendizado”, destaca Grassini.

O projeto Aquarela está sendo realizado por meio de ações diversificadas. Entre elas estão, a leitura de histórias realizadas pelos alunos, atividades envolvendo a família, criação de histórias, customização do material utilizado para registro e pesquisas. “Também iniciamos uma viagem ao passado e ao futuro para entender como as informações eram registradas e como serão. Os livros são partes importantes dessa história. “Com isso despertamos nos alunos vários indagações, como por exemplo: Os livros vão desaparecer?  Quem sabe como será? Os alunos têm múltiplas perspectivas a respeito do assunto, uns acreditam que os livros serão hologramas, outros acreditam que os livros impressos continuarão”, conta Grassini, que se inspirou na palavra alemã Zeitgeist para criar o projeto. A expressão significa espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos. É o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo.

“Por meio desse pensamento acredito que estamos contribuindo com a formação leitora dos alunos do ano de 2017 com os recursos existentes hoje, as mudanças vão sempre acontecer, mas o mais importante é que eles compreendam e sintam o real valor da leitura e a beleza dos momentos compartilhados com a família e amigos por meio dos livros”, finaliza Grassini.

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