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Sustentabilidade na escola: Como incentivar a educação ambiental e inserir práticas ecológicas no cotidiano dos colégios?

Por Rafa Ella Pinheiro / Fotos Divulgação

Em 4 mar, 2026
Conversa com o Gestor

Compreendendo a escola como um importante espaço que atua diretamente na formação integral de cidadãos, é imprescindível que o incentivo da construção de uma educação ambiental, assim como a inserção de ações efetivas sustentáveis, integre tanto o cotidiano escolar como os projetos interdisciplinares desenvolvidos na escola – e não apenas em datas específicas ou em atividades pedagógicas pontuais

A temática da sustentabilidade, assim como as preocupações e as possíveis práticas que as compõe, nos convida a refletir sobre a relação e a interferência humana direta no meio ambiente, bem como suas repercussões em escalas local e global. Os debates que envolvem os aspectos da sustentabilidade revelam não só a urgência de discutir atitudes ecológicas efetivas na atualidade, como incentiva a conscientização educativa, a construção de um pensamento socioambiental e o cuidado plural que deve existir do ser humano com o espaço que ele habita e transita.

CONTEÚDO BENCHMARK NACIONAL

Uma pesquisa divulgada em outubro de 2024 e realizada pela Descarbonize Soluções, revelou que 67% dos brasileiros acreditam que a responsabilidade pela educação ambiental das crianças é das escolas. O estudo, que explora a percepção da população brasileira sobre a temática da sustentabilidade, também apontou que 58% dos entrevistados consideram as crianças mais conscientes do que seus pais e/ou responsáveis em relação ao meio ambiente; e 51% defendem que a educação ambiental deve ser introduzida o quanto antes, preferencialmente na educação infantil — até os 5 anos.

Segundo Maria Clara Rapozo, coordenadora do Ensino Infantil e EFAI Central Pedagógica do Pensi+, estimular a consciência ambiental desde cedo influencia diretamente nos comportamentos e decisões das novas gerações. “Quando falamos de sustentabilidade desde cedo, formamos a consciência ambiental que influenciará diretamente os comportamentos e decisões dessa nova sociedade, impactando de forma responsável tanto no aspecto social quanto ambiental”, destaca.

Para garantir um engajamento efetivo dos estudantes, diversas iniciativas podem ser aplicadas no cotidiano das escolas. As hortas escolares e as campanhas de reciclagem são bons exemplos de como a educação ambiental pode ser incorporada ao dia a dia dos alunos. Em 2025, a escola lançou o projeto Pensi Mais Verde, que tem como objetivo a conscientização e a prática da educação ambiental dentro e fora do ambiente escolar. “No Pensi Mais Verde, os alunos de todos os segmentos participarão ativamente de atividades na horta, campanhas e práticas de redução de consumo de energia e água. Também incentivamos nossos alunos e professores a adotarem o uso de materiais reciclados e a realizarem a coleta seletiva do lixo”, explica a coordenadora.

Para adentrar nesse importante debate, que identifica tanto a inserção da educação ambiental como a inclusão de práticas sustentáveis nos colégios como iniciativas necessárias e urgentes, conversamos com três especialistas que indicam alguns caminhos para incentivar as ações de conscientização e práticas sustentáveis que podem ser promovidas no cotidiano escolar. Confira!

Douglas Giglioti – Especialista em implementação estratégica de sustentabilidade em escolas e diretor da Reconectta

“O cenário que mais encontro nas escolas: uma ou duas professoras entusiastas, ações pontuais e descontinuadas, e experiências frustrantes com o tema. O diagnóstico é claro: embora necessária e intrínseca à função social da escola, a sustentabilidade não é prioridade para a maioria da comunidade escolar. Reconhecer esse fato sem culpa e abandonar a lógica tradicional, que tenta mobilizar pelos benefícios da sociedade e não pelos ganhos da escola e suas pessoas, é o primeiro movimento de maturidade para uma gestão que quer fortalecer sua coerência e potencializar resultados por meio da Educação para Sustentabilidade.

Se a prioridade institucional é atrair e reter alunos, a pergunta estratégica passa a ser como a sustentabilidade pode se tornar um diferencial pedagógico concreto. O que funciona, na prática, é estruturar uma temática por ano-série, de forma sequenciada e integrada ao currículo já existente. Assim, não se adiciona carga à professora, já sobrecarregada, transforma-se a tecnologia ambiental em ferramenta pedagógica, evitando que espaços como a horta ou a composteira, sejam de responsabilidade individual ou tornem-se mais um problema operacional, e, principalmente, tangibiliza-se para as famílias uma progressão clara e estruturada. Para este processo, a formação da equipe é condição indispensável: a maioria dos projetos se encerra no primeiro desafio técnico justamente pela ausência de preparo adequado.

Quando a prioridade envolve as famílias, é preciso evidenciar que as principais escolas do mundo estruturam programas consistentes de sustentabilidade porque os benefícios são objetivos e mensuráveis diretamente para os estudantes. Estudos demonstram ganhos cognitivos e socioemocionais associados ao contato com a natureza, e o Fórum Econômico Mundial, em seu relatório sobre o Futuro do Trabalho, aponta sustentabilidade como a segunda competência mais valorizada no mercado de trabalho para os próximos anos. Trata-se de formação para a vida de verdade, em todos os sentidos.

O que fazer é conhecido, o como e o porquê não. Sustentabilidade precisa ser trabalhada de forma pragmática, como valor estruturante da cultura institucional e eixo do desenvolvimento humano. Dessa forma, mais do que uma agenda ética, torna-se posicionamento estratégico que endereça suas prioridades reais, construindo diferenciação pedagógica, fortalecendo retenção e consolidando sua reputação institucional com visão de futuro.”

Douglas Giglioti – Especialista em implementação estratégica de sustentabilidade em escolas e diretor da Reconectta

 

Paula Orsi – Supervisora de área das disciplinas de Ciências, Biologia e Química da rede Anglo Alante

“A escola moderna vai além do ensino tradicional com conteúdos programáticos e avaliações formais. Ela é, em sua essência, um ambiente de formação integral e reflexão. Em um cenário global marcado por desafios urgentes, como os debatidos pela ONU, as escolas se firmam como um espaço estratégico para promover a educação ambiental, criando uma filosofia de convivência que nos aproxima da natureza. Ao integrar o meio ambiente ao currículo de forma transversal, a escola permite que o aluno compreenda como suas escolhas diárias afetam o equilíbrio do planeta. Isso transforma o aprendizado teórico em um compromisso ético com as futuras gerações e é justamente esse o objetivo central da Sustentabilidade.

Incentivar essa reflexão começa pela integração de temas como consumo consciente e mudanças climáticas em todas as disciplinas e não apenas em Ciências da Natureza e Geografia, alinhando-as aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da UNESCO. Para que essa conscientização seja efetiva, a escola deve se tornar um laboratório vivo de práticas sustentáveis, onde a gestão de resíduos e a coleta seletiva ensinam mais do que qualquer palestra. Quando o estudante separa materiais e compreende seu destino final, ele desenvolve responsabilidade civil. O exemplo prático da instituição valida o discurso acadêmico, criando um ambiente de coerência educativa onde a sustentabilidade deixa de ser um tema isolado e passa a fazer parte da rotina pedagógica.

No cotidiano escolar, a transformação da teoria em prática ganha força com projetos como hortas escolares e sistemas de compostagem. Essas iniciativas promovem a segurança alimentar e o respeito aos ciclos biológicos, permitindo que os alunos observem a transformação de resíduos orgânicos em adubo. Somado a isso, a criação de ‘brigadas ambientais’ formadas pelos estudantes estimula o protagonismo juvenil, promovendo o senso de responsabilidade e pertencimento. Ao conectar o conhecimento à ação direta, seja reduzindo o uso de plástico ou cuidando da terra, a escola torna a aprendizagem significativamente mais profunda, combatendo a distância entre a vida urbana e a natureza.

Além da gestão de resíduos, a eficiência no uso de recursos naturais como água e energia deve ser uma pauta constante e visível. Campanhas para o consumo consciente e a possível instalação de tecnologias como cisternas ou painéis solares mostram que a sustentabilidade é também uma questão de gestão inteligente. Esses dados reais podem ser levados para a sala de aula para contextualizar o aprendizado. No entanto, o sucesso dessas ações depende do envolvimento de toda a comunidade: professores, gestores, funcionários e famílias precisam estar alinhados para servirem de exemplos para os alunos desde pequenas ações diárias até a apresentação de palestras, feiras ambientais e parcerias locais que ampliam o alcance das ações e reforcem que a preservação do meio ambiente é uma responsabilidade de todos na sociedade.

Sendo assim, incentivar a educação ambiental exige intencionalidade pedagógica, exemplos práticos e engajamento coletivo. Ao promover ações de conscientização e incorporar hábitos sustentáveis ao cotidiano, a escola reafirma sua função social de formar cidadãos preparados para os desafios contemporâneos. A sustentabilidade nas escolas não deve ser apenas um conteúdo a ser ensinado para uma prova, mas uma cultura a ser vivida diariamente. Ao cultivar esses valores, transformamos o ambiente escolar em um espaço de bem-estar social, preparando nossos alunos para se tornarem lideranças aptas a construir um mundo mais equilibrado, justo e em harmonia com o planeta e com as gerações futuras.”

Paula Orsi – Supervisora de área das disciplinas de Ciências, Biologia e Química da rede Anglo Alante

 

Fernanda Esteves Cardozo – Coordenadora de educação do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias de Defensivos Agrícolas (inpEV) e responsável pelo Programa de Educação Ambiental (PEA) Campo Limpo

“Devemos partir de um entendimento básico de que a educação ambiental não deve aparecer apenas em datas comemorativas. Trata-se de um assunto relevante, atual e presente em nossa vida e cotidiano, com impacto significativo em nossa sociedade. Diante disso, o tema deve ser integrado ao currículo escolar, nas atividades em sala de aula, conectado às realidades locais e aos desafios ambientais que fazem parte da vida dos estudantes para gerar engajamento e interesse.

Acreditamos na ludicidade como uma ferramenta pedagógica eficaz na abordagem da educação ambiental em sala de aula. Com jogos e brincadeiras criativas e adaptadas a cada faixa etária, é possível captar a atenção e o interesse dos estudantes. Além disso, trabalhar o tema de forma interdisciplinar, relacionando conteúdos de diferentes áreas do conhecimento com questões ambientais, também apoia o desenvolvimento de uma visão crítica sobre o tema. Ao discutir consumo consciente, gestão de resíduos, uso responsável dos recursos naturais e impactos das escolhas individuais, a escola amplia a compreensão dos estudantes sobre seu papel na sociedade e estimula uma visão cidadã e participativa, além de incentivar mudanças atitudinais que possam gerar resultados nas comunidades.

No cotidiano escolar, práticas simples já contribuem para a formação de hábitos sustentáveis. A separação dos resíduos entre recicláveis, não recicláveis e orgânicos, com cestos de lixo distintos e identificados, a construção de uma composteira na escola (que pode gerar adubo para a horta escolar), a organização da coleta seletiva dos materiais recicláveis, projetos para uso responsável de materiais, mudanças como a adoção de canecas e sacolas de pano e campanhas internas de redução do desperdício de água e energia são exemplos que tornam o aprendizado mais concreto. Quando essas ações são incorporadas à rotina, os estudantes passam a perceber que pequenas atitudes têm impacto real no meio ambiente. Outro ponto importante é o fato de que os estudantes se tornam multiplicadores desses ensinamentos, levando informações para suas famílias e círculos de amizade.

Essas ações, colocadas em prática, podem revelar a necessidade de melhorias na gestão pública ou até na estrutura da própria escola. A partir dessa constatação, é possível incentivar o desenvolvimento de atitudes cidadãs nos estudantes, propondo, por exemplo, o envio de cartas à Prefeitura, pequenas mudanças na estrutura da escola, sessões de cinema ambiental abertas à comunidade, feiras de ciências e diversas outras ações que coloquem o estudante como protagonista pela transformação da realidade em que vive. Tais projetos ajudam a despertar o interesse dos alunos e favorecem a construção de valores como pertencimento, responsabilidade, cuidado e respeito ao coletivo.

Por fim, também é importante envolver toda a comunidade escolar nesse processo. Trazer para perto professores, gestores, alunos e famílias para participar das ações. Dessa forma, a escola cumpre seu papel social de tornar um espaço formador de cidadãos conscientes, críticos, capazes de adotar práticas responsáveis e levar esses aprendizados para diversos públicos e para a vida.”

Fernanda Esteves Cardozo – Coordenadora de educação do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias de Defensivos Agrícolas (inpEV) e responsável pelo Programa de Educação Ambiental (PEA) Campo Limpo

 

SUSTENTABILIDADE COMO PROJETO PEDAGÓGICO

Transformando a conscientização sobre a importância da sustentabilidade em ações práticas com intencionalidade pedagógica, estudantes do 5º ano do Colégio Santa Marcelina do Rio de Janeiro desenvolveram um projeto interdisciplinar que engloba um sistema de captação de água da chuva, a reativação de placas solares e uma campanha de recolhimento de resíduos especiais. Denominado “Seja um beija-flor: cada gota importa”, o projeto também levou estudantes a desenvolverem um protótipo que integra todas essas soluções, aplicando na prática os conhecimentos adquiridos.

Para desenvolver essas ações, os estudantes foram incentivados, ao longo do ano letivo, a utilizarem práticas sustentáveis alinhadas a recursos tecnológicos, como pesquisas, produções audiovisuais, campanhas educativas e prototipagem, vivenciando diferentes maneiras de aprender e se expressar. O objetivo foi demonstrar que pequenas ações podem gerar impactos positivos significativos no meio ambiente e na sociedade.

Com o apoio da equipe gestora, os estudantes desenvolveram um sistema de captação de água da chuva. A água coletada será utilizada em atividades como irrigação, limpeza de pátios e manutenção de áreas externas, contribuindo para a redução do consumo de água potável. Outra ação importante foi a reativação das placas solares já existentes na unidade. Com a colaboração de uma empresa parceira, o sistema voltou a operar e permitirá a instalação de um totem para recarga de dispositivos eletrônicos, alimentado por energia solar, disponível para estudantes, colaboradores e familiares. O projeto também inclui uma campanha de conscientização e coleta de resíduos especiais, como lâmpadas de LED, pilhas, baterias e pequenos eletrônicos.

De acordo com a Ana Claudia Andrade, uma das professoras que auxiliou na condução da iniciativa, esse “projeto reforça a importância do aprender fazendo, o que está alinhado ao nosso objetivo de formação integral e à nossa missão educativa, com a qual o estudante compreende o seu papel como agente de transformação”. De modo geral, a realização do projeto estimulou a reflexão sobre o papel de cada indivíduo na construção de um futuro melhor, além de fortalecer as competências cognitivas e socioemocionais, como cooperação, protagonismo, cidadania e consciência ambiental.

Para a professora Erika Antunes, que também auxiliou na condução da iniciativa, a mobilização da comunidade escolar, o alinhamento interdisciplinar e a superação de limitações técnicas e de recursos estiveram entre os principais desafios da iniciativa. “Os obstáculos contribuíram para aprimorar o processo de aprendizagem e fortalecer o engajamento dos estudantes. A experiência demonstrou que pequenas ações podem gerar grandes impactos, e observamos que eles passaram a agir com mais consciência percebendo que suas decisões podem transformar o ambiente em que vivem”, destaca Antunes.

Os efeitos positivos do projeto ampliaram os seus propósitos para as famílias dos estudantes, que compartilharam com pais e/ou responsáveis ações sustentáveis que podem ser adotadas em casa, como a criação de hortas, economia de água e reciclagem doméstica. “Ao incentivar pequenas mudanças de hábito, o projeto amplia seu alcance social e reforça a importância da sustentabilidade ambiental compartilhada, mostrando que ações simples podem gerar transformações significativas no dia a dia”, complementa a educadora Ana Claudia Andrade.

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