julho 21, 2016

Os direitos e deveres na Educação Especial

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Há alguns anos o Brasil luta pela implementação de políticas públicas, entre elas leis, planos e diretrizes, com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino para as pessoas com deficiência e que estão ou deveriam fazer parte da escola. Para Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, é necessária a criação de uma nova visão e postura em sala de aula, para que esses alunos possam realmente aprender.

“É fundamental a elaboração de uma nova visão e postura dos professores em sala de aula, considerando a característica, os estilos de aprendizagem e especificidades de cada pessoa para que o aprender não seja privilégio de alguns, mas de todos os alunos”, explica.

A deficiência deve ser considerada pelo professor como um fato e não uma barreira. Apostar nas relações sociais informais, segundo a educadora, também ajuda o aluno com deficiência. “É papel da escola contribuir para o crescimento dos valores do aluno como pessoa e mais tarde profissional que valoriza o ser humano independente de suas especificidades”, comenta.

Para a especialista, é fundamental que todos estejam conscientes do trabalho a ser desenvolvido com os alunos em sala de aula atendendo cada um dentro de suas possibilidades de desenvolvimento cognitivo, afetivo e social. Atualmente a Educação tem as leis e demais amparos legais para prosseguir com a Educação Especial dentro das escolas.

Aos poucos, a educação vai progredindo, o que não evita algumas limitações e desconfortos para as pessoas com deficiência no processo do aprender e em sala de aula no convívio com os professores e alunos.  Por isso, devemos manter a conversa sobre a pessoa com deficiência, para inseri-la no meio social em que faz parte, pois ela merece ser ouvida tanto quanto as demais. “A escola precisa estar atenta para o desenvolvimento dos alunos de maneira integral, ou seja, em sua completude, pois somos seres que pensam, sentem, agem e interagem com o meio em que vivemos”, completa Ana Regina.

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